Vaias para Donald Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump, entra em campo ao lado do presidente da Fifa, Gianni Infantino, para a cerimônia de premiação.
Trump é recebido com vaias.

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Julia Braun, Iara Diniz, Natan Oliveira, Shin Suzuki e Mônica Mariotti, da BBC News Brasil em São Paulo e em Londres, com assistência de IA.
O presidente dos EUA, Donald Trump, entra em campo ao lado do presidente da Fifa, Gianni Infantino, para a cerimônia de premiação.
Trump é recebido com vaias.

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Sergio Ramos, campeão pela Espanha na Copa do Mundo em 2010, entra em campo com a taça. A entrega deve começar logo.
O futebol que eles apresentaram, combinado com a força e a organização da equipe, explica muito. O goleiro é muito tranquilo, passa segurança. Ele foi excepcional.
Você pensa no jovem Cubarsí, que foi um dos jogadores do torneio, tão maduro e seguro. Rodri provavelmente foi o melhor meio-campista da competição. E podemos dizer que Lamine Yamal não conseguiu brilhar como esperávamos, mas trabalhou duro hoje e deu sua contribuição.
Eles são — e foram — a melhor equipe. É bom para o futebol que tenham vencido hoje. Por mais que eu admire a Argentina por toda a luta, entrega e pela capacidade de tornar os jogos difíceis, teria sido uma injustiça se eles tivessem saído campeões desta partida.
Tantas histórias especiais neste torneio.
Lamine Yamal — campeão da Copa do Mundo aos 19 anos.
Ferran Torres — autor do gol do título em uma final de Mundial.
Dani Olmo — a grande surpresa do torneio.
Rodri — acrescentando a Copa do Mundo à sua já brilhante coleção de troféus.
Penso que, do ponto de vista da Espanha, conquistar uma Copa do Mundo sofrendo apenas um gol diz muito sobre a qualidade e a força dessa equipe.
É um time que ainda vai evoluir e que já tem experiência em vencer torneios.
Hoje, foi de longe a melhor equipe em campo.

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Paredes deu dois ou três socos no rosto de alguém. Ele foi para cima. Não há lugar para isso.
Sabemos o quanto isso significa para eles e sabemos o quanto dói perder, mas existe uma maneira de perder. Muitas vezes já vimos esse tipo de reação por parte da Argentina. A atitude após o apito final foi terrível.

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Lágrimas de alegria de um lado. Lágrimas de decepção do outro.
Lionel Messi se senta no gramado e observa as cenas ao seu redor. Será que foi a última vez que vimos o craque em um palco de Copa do Mundo? O tempo dirá.
Por enquanto, este é o momento da Espanha.

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Cenas recuperadas mostram o argentino Leandro Paredes empurrando o jogador espanhol Gavi. Cenas pela TV mostraram também o técnico Lionel Scaloni tentando tirar o jogadores argentinos da confusão.
Otamendi e Rodri, que jogaram no Manchester City, discutem após o final da partida, mas sem escalar.

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A seleção espanhola, a Fúria, vence a Copa do Mundo pela segunda vez na história.
Assim como em 2010, a Espanha precisou da prorrogação para conquistar o Mundial. E a campanha contou com sua identidade mais marcante: a posse de bola dominante e o meio-campo como principal força.
A Espanha dominou a Argentina do início ao fim da partida, sem dar qualquer espaço para Lionel Messi e para o melhor ataque do Mundial finalizarem ao gol.
O título coroa uma seleção que soube ser dominante em todas as partidas, aliando sua qualidade técnica à aplicação tática do técnico Luis de la Fuente. De quebra, a Espanha se torna, de forma isolada, a seleção com a maior invencibilidade da história do futebol, com 38 partidas. Espanha, a seleção que definitivamente dominou (em todos os sentidos) o futebol mundial em 2026.

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Com gol de Ferran Torres no começo da prorrogação, os espanhóis ganham o segundo título mundial.
Time vai para tudo ou nada, mas ainda assim não obriga defesa de Unay Simon.
Vamos ser sinceros: só pelo que aconteceu neste jogo, a Argentina não merece o título pela forma como jogou. Apenas uma equipe tentou vencer a partida.

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Apenas cinco minutos para o fim da partida.
Como era de se esperar, equipe argentina vai com tudo, com 1 a menos.
A Espanha está a poucos minutos de conquistar uma Copa do Mundo pela primeira vez desde 2010 e apenas o segundo título mundial de sua história.
Olhando para trás, percebemos que, assim que Fernández recebeu o cartão vermelho, as chances da Argentina acabaram.
Ele pode ter ajudado a equipe a chegar até aqui com um gol espetacular na semifinal, mas lhes custou a vitória com aquela entrada ridícula.
Número 6 da Espanha fica no chão e jogo fica parado. Faltam poucos minutos para o fim do tempo normal da prorrogação.
A Argentina ganha uma falta e coloca muitos jogadores na área. Não tinha outra opção.
A bola levantada por Leandro Paredes é afastada de cabeça por Ferran Torres.
A fan zone onde estou, em Madri, foi à loucura.
Camisas estão sendo jogadas para o alto, torcedores dançam uns com os outros, e o barulho é ensurdecedor. Esse gol foi muito merecido para a Espanha. Que gol. Que momento.
Eles cantam “Olé, olé, olé” a plenos pulmões, como se o apoio vindo de Madri pudesse ser sentido lá em Nova York.

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