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Fortes explosões atingem o aeroporto de Teerã; Trump exige 'rendição incondicional'

Guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã entra no sétimo dia, e conflito se espalha por outros países do Oriente Médio. Irã diz que mais de 1.300 civis foram mortos.

Pontos-chave

Cobertura ao Vivo

Editada por Camilla Veras Mota, Daniel Gallas e Pedro Martins, da BBC News Brasil em Londres, e por Iara Diniz e Rafael Barifouse, da BBC News Brasil em São Paulo

  1. Encerramos por hoje a cobertura em tempo real

    Finalizamos a cobertura ao vivo desta quinta-feira sobre os desdobramentos da Guerra do Irã.

    Retomamos na sexta-feira a cobertura em tempo real.

    Você pode continuar acompanhando os desdobramentos sobre o tema em nossas reportagens e análises, em nosso site e nas redes sociais da BBC News Brasil.

  2. Hezbollah alerta moradores israelenses para evacuarem áreas próximas à fronteira

    O Hezbollah alertou moradores israelenses para evacuarem cidades localizadas até 5 km da fronteira com o Líbano.

    O aviso foi divulgado em uma mensagem em hebraico no canal do grupo no Telegram no início da madrugada de sexta-feira, segundo a agência Reuters.

    "A agressão do seu Exército contra a soberania libanesa e cidadãos pacíficos, a destruição de infraestrutura civil e a campanha de expulsão que está sendo realizada não ficarão sem resposta", afirmou o Hezbollah.

    As Forças Armadas de Israel iniciaram uma onda de ataques contra o Líbano no final da noite de quinta-feira, após ordenar que moradores deixassem os subúrbios do sul de Beirute, considerados um reduto do Hezbollah.

    Pouco antes, as Forças de Defesa de Israel (IDF) também disseram ter iniciado "uma ampla onda de ataques contra a infraestrutura do regime terrorista iraniano em Teerã".

  3. Catar intercepta ataque de drone contra base dos EUA

    O Ministério da Defesa do Catar informou que sua força aérea interceptou com sucesso um ataque de drone contra a base aérea de Al-Udeid, a maior base militar dos EUA no Oriente Médio.

    Mais cedo, o governo do Catar enviou alertas de segurança para celulares em todo o país, avisando moradores para ficarem longe de janelas e áreas abertas.

  4. Explosões atingem Beirute, no Líbano

    Explosões foram registradas em Beirute, no Líbano, após ordens de evacuação em massa emitidas pelas Forças Armadas de Israel.

    "O Exército de Defesa lançou uma onda de ataques aéreos contra a infraestrutura terrorista do Hezbollah nos subúrbios do sul de Beirute", disse um porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) na rede social X.

    O Exército israelense afirma que começou a atacar os subúrbios do sul de Beirute no final da noite de quinta-feira.

    Mais cedo, os militares israelenses ordenaram que centenas de milhares de pessoas deixassem a área, que é considerada um reduto do Hezbollah.

  5. Governo Trump se reunirá com executivos da área de defesa dos EUA, diz a Casa Branca

    Um funcionário da Casa Branca confirmou à BBC que representantes do governo Trump planejam se reunir com executivos da área de defesa dos EUA nesta sexta-feira (6/3) para discutir a produção de armamentos.

    A reunião acontecerá na Casa Branca e contará com a presença de empresas como a Lockheed Martin e a RTX, controladora da Raytheon, conforme noticiado anteriormente pela Reuters.

    Espera-se que as discussões incluam a aceleração da produção de armamentos, visto que o Pentágono trabalha para reabastecer seus estoques após os ataques ao Irã e outras operações militares, segundo a Reuters.

    Em uma coletiva de imprensa realizada nesta quinta, o Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que os EUA possuem munições de sobra e podem sustentar sua campanha contra o Irã pelo tempo que for necessário.

  6. Irã ataca dois hotéis no Bahrein, diz Ministério do Interior do país

    O Ministério do Interior do Bahrein informou que dois hotéis e um prédio residencial na capital Manama foram alvos de um ataque do Irã.

    O ataque mais recente causou "danos materiais, mas nenhuma perda de vidas", disse o Ministério do Interior em uma publicação no X.

    No início desta semana, a base naval dos EUA no Bahrein foi alvo de mísseis iranianos.

  7. As declarações de Trump e autoridades americanas sobre a guerra

    Aqui estão os principais pontos das declarações públicas feitas nas últimas horas pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, pelo almirante do Comando Central Brad Cooper e pelo presidente Donald Trump:

    • Os EUA têm munição de sobra e podem sustentar sua campanha contra o Irã pelo tempo que for necessário, disse Hegseth.
    • A força de bombardeiros dos EUA atingiu quase 200 alvos no Irã apenas nas últimas 72 horas e afundou mais de 30 navios iranianos, disse Cooper.
    • Trump tem "grande influência" sobre quem irá governar o Irã, afirmou Hegseth.
    • O poder de fogo sobre o Irã está prestes a aumentar dramaticamente, segundo Hegseth.
    • Vários aliados dos EUA se prontificaram a ajudar, disse Hegseth.
    • A guerra não está se expandindo, mas "se simplificando", à medida que países se unem contra o Irã, acrescentou.
    • Trump disse que o Irã tem ligado e pedido para fazer um acordo, mas afirmou: "Queremos lutar agora mais do que eles".
    • Os EUA têm atacado sistemas iranianos de drones e mísseis "a cada hora", disse Trump.
    • Os EUA estão destruindo o Irã muito antes do previsto, afirmou Trump.
  8. EUA ordenam evacuação da embaixada no Kuwait

    Os EUA ordenaram a evacuação de sua embaixada no Kuwait, segundo a CBS, parceira da BBC nos EUA. A evacuação deve acontecer nesta madrugada.

    Funcionários da embaixada receberam ordens para destruir informações e apagar servidores confidenciais, segundo apurou a CBS.

    A ordem de evacuação chega no momento em que o exército do Kuwait afirma que suas defesas aéreas interceptaram um ataque de míssil que penetrou o espaço aéreo do país.

    "A operação de interceptação resultou na queda de alguns destroços, o que causou danos materiais limitados, representados por danos a um veículo, sem feridos", escreveu um porta-voz militar do Kuwait em um comunicado divulgado na X.

  9. 'Poder de fogo sobre o Irã aumentará drasticamente', diz secretário de Guerra dos EUA

    Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (5/3), o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth afirmou que o país se prepara para escalar os ataques ao Irã.

    "A quantidade de poder de fogo sobre o Irã e sobre Teerã está prestes a aumentar drasticamente", afirmou.

    Questionado sobre o envolvimento de Trump na decisão sobre quem governará o Irã após a morte do aiatolá Ali Khamenei, ele respondeu: "Acho que o presidente está tendo muita influência sobre quem governará o Irã, dada a operação em andamento que temos".

    "Não há expansão em nossos objetivos. Sabemos exatamente o que estamos tentando alcançar."

  10. Trump diz que militares dos EUA estão 'demolindo totalmente' o Irã

    O presidente dos EUA, Donald Trump, discursou em um evento na Casa Branca, atualizando as informações sobre o Irã.

    Ele afirmou que os militares dos EUA, juntamente com Israel, estão "demolindo totalmente" alvos iranianos "muito antes do previsto" e abalando sua capacidade de lançar drones e mísseis iranianos "a cada hora".

    "Eles não têm força aérea, não têm defesa aérea. Todos os seus aviões foram destruídos, suas comunicações foram interrompidas", disse Trump.

    "Fora isso, eles estão se saindo muito bem." O comentário arrancou alguns risos e aplausos da plateia.

    Trump disse ainda que houve "47 anos de horror" com o governo iraniano, alegando que o regime prejudicou pessoas inocentes do país.

    "Nosso povo está fazendo um ótimo trabalho", afirmou Trump.

    O presidente americano acrescentou que tem um plano para manter os preços do petróleo baixos em meio ao conflito. Ele disse que os preços estavam mais baixos antes, mas "tive que fazer esse pequeno desvio".

  11. Macron pede que Netanyahu 'não expanda a guerra para o Líbano'

    O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que "não expanda a guerra para o Líbano".

    Macron também pediu que o grupo militante Hezbollah, força militar não estatal que opera no Líbano e é apoiada pelo Irã, pare de atacar Israel, deponha suas armas e "mostre que não é uma milícia que recebe ordens do exterior".

    Ele também solicitou que Israel se abstenha de enviar tropas terrestres ou lançar uma "operação em larga escala" no Líbano.

    Macron disse: "As autoridades libanesas me deram a garantia de assumir o controle das posições ocupadas pelo Hezbollah e de assumir totalmente a responsabilidade pela segurança em todo o território nacional. Dou a eles todo meu apoio".

    A França fortalecerá sua cooperação com as forças armadas libanesas e fornecerá veículos blindados de transporte, bem como apoio operacional e logístico.

    Macron acrescentou que "tudo deve ser feito" para evitar que o Líbano "seja novamente arrastado para a guerra".

  12. Iranianos relatam uma mistura de tristeza e esperança à BBC Persa

    Um morador do leste de Teerã disse à BBC Persa que tem sido acordado pelo som de explosões e janelas tremendo.

    "Estou profundamente triste, porque, a cada explosão, parte do capital humano e material do país desaparece no ar e, a cada dia que a guerra continua, ficamos um ano atrasados ​​no desenvolvimento econômico", diz Amir.

    Mim, que mora em Isfahan, na região central do Irã, diz que Israel e os EUA atacaram todas as indústrias de defesa que existiam lá.

    "A guerra não traz nada além de destruição, morte e a aniquilação dos recursos nacionais e humanos de um país", acrescenta.

    Enquanto isso, Javad, que mora em Mashhad, no nordeste do Irã, diz que a área ficou mais silenciosa do que o normal depois que explosões foram ouvidas durante os primeiros dias de ataques.

    Davoud diz que há uma atmosfera diferente no Curdistão. Ele afirma que Sanandaj, no oeste do Irã, foi bombardeada mais de dez vezes, mas a população mantém a esperança no futuro.

    A BBC Persa é o serviço de língua persa da BBC News, utilizado por 24 milhões de pessoas em todo o mundo — a maioria no Irã —, apesar de ser bloqueado e sofrer interferências frequentes por parte das autoridades iranianas.

  13. Forças de Defesa de Israel dizem que estão 'avançando para próxima fase da operação' contra o Irã

    O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel (IDF) afirma que estão "avançando para a próxima fase da operação" contra o Irã, insistindo que irão "desmantelar ainda mais o regime e suas capacidades militares".

    O tenente-general Eyal Zamir diz que Israel e EUA têm "isolado estrategicamente" o Irã e o levado a um ponto de fraqueza "sem precedentes". Ele afirma que, por seis dias, Israel tem atacado o Irã "sem interrupção" e que a "operação está prosseguindo no ritmo planejado".

    Em um comunicado, ele escreve: "Após concluirmos a fase de ataque surpresa, na qual estabelecemos superioridade aérea e suprimimos o sistema de mísseis balísticos, estamos agora avançando para a próxima fase da operação. Nesta fase, iremos desmantelar ainda mais o regime e suas capacidades militares. Temos outras surpresas pela frente que não pretendo revelar".

    Sua declaração então aborda a situação no Líbano, afirmando que o Hezbollah cometeu "um erro estratégico" ao se juntar aos combates e que Israel está "atacando com força, na linha de frente e em áreas mais profundas do Líbano".

  14. Fotos mostram a situação no Oriente Médio em meio à guerra

  15. Kuwait é alvo de ataques de mísseis e drones, diz o Exército do país

    O Exército do Kuwait afirmou nas últimas horas que suas defesas aéreas estão lidando com ataques de mísseis e drones no espaço aéreo do país.

    Sons ouvidos em certas áreas do Kuwait são provenientes das defesas aéreas interceptando mísseis e drones, diz o Exército em uma publicação traduzida no X.

  16. Comentários de Trump indicam que ele planeja ter papel ativo no futuro político do Irã

    Por Daniel Bush, correspondente em Washington da BBC News

    Quase uma semana após o ataque ao Irã, o presidente Donald Trump começa a delinear sua visão para um Irã pós-guerra.

    Um funcionário da Casa Branca confirmou à BBC que Trump se opõe à sucessão de Mojtaba Khamenei, filho do ex-aiatolá Ali Khamenei, como próximo líder do país.

    Trump disse ao Axios na quinta-feira (5/3) que seria um "resultado inaceitável" que Mojtaba, de 56 anos, sucedesse seu pai, morto em ataques aéreos dos EUA nos primeiros dias da guerra. O jovem Khamenei teria surgido como o favorito para se tornar o líder máximo do país.

    O presidente americano também disse ao Axios e a outros veículos de imprensa que deseja desempenhar um papel direto na escolha do próximo líder do Irã.

    Trump comparou a situação à da Venezuela, onde declarou seu apoio a Delcy Rodríguez para liderar o país após a captura do ex-presidente Nicolás Maduro pelos EUA em janeiro.

    Os comentários foram o primeiro indício de que Trump planeja participar ativamente da formação do cenário político iraniano após o fim da guerra.

    Trump tem falado sobre os objetivos militares dos Estados Unidos desde o início da guerra, mas não havia discutido em detalhes nenhum possível substituto para Khamenei.

    A comparação feita por Trump entre o Irã e a Venezuela foi surpreendente, especialmente para um presidente que prometeu, durante a campanha eleitoral, desvincular os Estados Unidos de conflitos estrangeiros.

    Ele se autoproclamou presidente do Conselho da Paz, uma nova entidade que criou com a missão de reconstruir Gaza e determinar seu destino político após a guerra com Israel.

    Trump se envolveu na disputa pela liderança da Venezuela. E agora, Trump está adicionando o Irã à lista de governos estrangeiros sobre os quais deseja ter influência direta.

  17. Especialista afirma que cerca de mil embarcações estão paradas perto do Estreito de Ormuz

    De Kayleen Devlin, da BBC Verify

    Cerca de mil embarcações, sendo metade petroleiros e navios-tanque de gás, estão paradas na região do Estreito de Ormuz, importante via para transporte de petróleo que foi fechada nos últimos dias, depois que o Irã foi bombardeado pelos EUA e por Israel e iniciou uma série de ataques em retaliação contra vizinhos no Oriente Médio.

    A informação é de Neil Roberts, chefe da área marítima e de aviação da Lloyd’s Market Association (LMA), que representa as seguradoras que operam no mercado de seguros de Londres.

    "A maioria dos navios permanece ancorada, principalmente devido às compreensíveis preocupações dos armadores e comandantes com a segurança de suas embarcações e tripulações", disse ele ao BBC Verify, serviço de checagem da BBC.

    Roberts afirma que, desde domingo, apenas cerca de 40 navios transitaram pelo estreito. Dados da empresa de análise de transporte marítimo Kpler divulgados na quarta-feira indicam que o tráfego na hidrovia está cerca de 90% menor em comparação com a semana anterior.

    Na terça-feira (3/3), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Marinha americana protegerá, "se necessário", navios no Oriente Médio em rota pelo estreito. Ele também anunciou ter ordenado à Corporação Financeira de Desenvolvimento dos Estados Unidos que forneça seguro contra riscos "a um preço muito razoável para o comércio que transita pelo Golfo".

  18. Iranianos descrevem medo e cansaço: 'Cada explosão suga uma parte da minha energia'

    De Ghoncheh Habibiazad, repórter sênior da BBC Persa

    É muito difícil saber exatamente o que está acontecendo no Irã em meio às interrupções no funcionamento da internet, mas a BBC tem se comunicado com algumas pessoas dentro do país que conseguem se conectar de forma intermitente.

    Uma mulher na casa dos vinte anos comentou: "Essa situação da internet está deixando as pessoas ainda mais irritadas. Algumas pessoas assistem aos ataques de seus telhados. A cidade ficou muito silenciosa e vazia."

    Alguns deixaram a cidade com medo dos ataques.

    "Nunca tinha visto uma explosão de perto. Vi com meus próprios olhos, de dentro de casa”, relatou um jovem também com vinte e poucos anos que saiu da capital com a família.

    “Vi uma luz disparar repentinamente para o céu. Todas as janelas da casa começaram a tremer. Minha família ficou assustada em um grau que vocês não imaginam."

    Outros não tiveram condição de fazer o mesmo.

    "É cansativo e me sinto preso. É cansativo e sufocante, porque tenho que ficar a maior parte do tempo em casa para evitar ser pego no meio de um ataque", disse um jovem de trinta e poucos anos de Teerã.

    "E o som das explosões constantes é exaustivo. Cada uma suga uma parte da minha energia."

    A BBC Persa é o serviço em língua persa da BBC News, usado por 24 milhões de pessoas em todo o mundo – a maioria no Irã – apesar de ser bloqueado e rotineiramente invadido pelas autoridades iranianas.

  19. Trump diz em entrevista que precisa ‘estar envolvido' na escolha do próximo líder do Irã

    O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ao site de notícias Axios que precisa estar "envolvido" na nomeação do próximo líder do Irã.

    Trump deu a declaração quando comentava sobre notícias de que o filho do ex-líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, morto em um ataque no sábado (28/2), poderia ser indicado como seu sucessor.

    "Eles estão perdendo tempo. O filho de Khamenei é um peso morto. Eu preciso estar envolvido na nomeação, como fiz com Delcy [Rodriguez] na Venezuela", disse Trump, segundo a reportagem, referindo-se à atual presidente interina da Venezuela, que substituiu Nicolás Maduro após sua prisão pelas forças americanas em janeiro.

    "O filho de Khamenei é inaceitável para mim. Queremos alguém que traga harmonia e paz ao Irã."

    Procurada pela BBC, a Casa Branca não se posicionou até o momento sobre o assunto.

  20. OMS afirma ter verificado 13 ataques contra instalações de saúde no Irã

    O diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, afirmou que foram verificados "13 ataques contra instalações de saúde no Irã e um no Líbano" desde o início da guerra.

    Ele não deu detalhes sobre os episódios nem apontou quem seriam os possíveis responsáveis por eles.

    Na segunda-feira (2/3), Fatemeh Mohammad Beigi, membro da Comissão de Saúde do Parlamento iraniano, declarou que nove hospitais haviam sido atingidos no país e acusou Israel e os EUA dos ataques.

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) responderam às alegações de que o Hospital Gandhi, em Teerã, havia sido atingido pelo Exército isralense afirmando que "o ataque não teve como alvo o hospital".

    A BBC entrou em contato com o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) para obter um posicionamento sobre o mesmo assunto, mas não obteve retorno até o momento.

    A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou na quarta-feira que "as forças armadas dos Estados Unidos não atacam civis".

    Israel afirmou estar atacando alvos militares com "precisão" para proteger civis.