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'Temos mais em comum do que aquilo que nos separa', diz Kamala em discurso ao admitir derrota

Trump consegue vitória histórica e vai tomar posse em 20 de janeiro. Confira a repercussão no mundo, no governo Lula e entre bolsonaristas.

Cobertura ao Vivo

  1. Quando Trump assume como presidente dos EUA?

    O republicano Donald Trump será o próximo presidente dos Estados Unidos, após uma vitória histórica que o levará de volta à Casa Branca.

    Trump já foi parabenizado por líderes mundiais, incluindo o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o britânico Keir Starmer. No entanto, os resultados oficiais da eleição presidencial ainda não foram confirmados.

    Pode levar dias ou até semanas para que os resultados detalhados sejam confirmados oficialmente em todos os estados. Entenda o que acontece a partir de agora:

    • Trump torna-se o presidente eleito, e seu companheiro de chapa, JD Vance, o vice-presidente eleito.
    • Após a inclusão de todos os votos válidos nos resultados, o Colégio Eleitoral confirma o resultado da eleição.
    • Geralmente, os estados concedem todos os seus votos no Colégio Eleitoral para quem vence a votação popular, e isso é confirmado após reuniões no dia 17 de dezembro.
    • O novo Congresso dos EUA então se reúne em 6 de janeiro de 2025 para contar os votos do Colégio Eleitoral e confirmar o novo presidente.
    • Trump tomará posse na inauguração presidencial na segunda-feira, 20 de janeiro de 2025, momento em que assumirá legalmente os poderes e responsabilidades da presidência.

    Como presidente eleito e vice-presidente eleito, Trump e JD Vance trabalharão com sua equipe de transição para organizar a transferência do governo da administração de Joe Biden.

  2. Republicanos garantem maioria no Senado

    Nas eleições de 2024 nos EUA, os americanos votaram também em representantes para o Senado e para a Câmara dos Deputados.

    Assim como a vitória de Trump, o resultado no Senado foi favorável para os republicanos. Eles garantiram a maioria na casa após conseguirem eleger um senador de direita em três estados que até então tinham senadores democratas: West Virginia, Ohio e Montana.

    É um cenário favorável para Trump, que terá apoio no Senado para realizar as medidas que prometeu implementar.

  3. Entenda por que bitcoin e outras criptomoedas dispararam com vitória de Trump

    A vitória de Donald Trump na eleição americana de 2024 nesta quarta-feira (6/11) provocou preços recordes na cotação das criptomoedas.

    Nas primeiras horas de quarta-feira, o bitcoin atingiu cotação acima de US$ 75,2 mil — a maior de sua história. No dia anterior, quando os americanos ainda iam às urnas, a moeda começou o dia a US$ 67,8 mil. Foi um salto de mais de 10% em menos de 24 horas.

    O efeito também é observado em outras criptomoedas.

    No passado, Trump chegou a se manifestar contra criptomoedas, mas em junho deste ano ele se reuniu em Palm Beach com líderes dessa indústria e mudou de opinião.

    Além disso, seus filhos são ligados ao projeto World Liberty Financial, que pretende lançar sua própria criptomoeda.

    Durante a campanha eleitoral, Trump prometeu fazer dos EUA a "capital mundial do bitcoin e da criptomoeda".

  4. 'Donald Trump é o pesadelo da Europa': como vitória de republicano afeta o mundo

    Os Estados Unidos continuam sendo a grande potência mundial em termos de influência e impacto sobre os outros países, com um poderio econômico e militar sem paralelo no ocidente.

    Como a vitória de Donald Trump afeta este cenário?

    Lyse Doucet, correspondente-chefe internacional da BBC News, conversou com especialistas em diferentes áreas para ouvir suas reflexões sobre as consequências globais da vitória do republicano.

  5. Presidente do México afirma que o país terá 'boas relações' com os EUA

    A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que a vitória de Trump "não é motivo de preocupação" para seu país.

    "Somos um país livre, independente e soberano, e teremos boas relações com os Estados Unidos", disse ela à imprensa.

    Na última vez que Trump foi presidente, ele se comprometeu a construir um muro na fronteira com o México para impedir a entrada de imigrantes nos Estados Unidos. Agora, ele prometeu terminá-lo caso assuma novamente o cargo. Ele também ameaçou impor altas tarifas ao país caso este não impeça a travessia de imigrantes para os EUA.

  6. Trump aplicará tarifas sobre importações do mundo inteiro?

      • Author, Faisal Islam
      • Role, Editor de Economia da BBC

    O mundo está tentando entender o quão sério Trump está sobre a ideia de taxar todas as importações para os EUA, sejam elas de países aliados ou rivais.

    Ele não falou apenas sobre países específicos, como a China, ou setores individuais, como eletrodomésticos, mas sobre a possibilidade de taxar tudo, de qualquer lugar.

    Durante a campanha, ele ameaçou impor tarifas de todos os tipos para alcançar uma série de objetivos diplomáticos: conter a China, proteger o papel do dólar e impedir a imigração ilegal, por exemplo.

    "Tarifa é a palavra mais bonita do dicionário", declarou ele, vendo nela uma arma, uma forma de pressão que pretende usar.

    Se de uma hora para outra esses importados forem sobretaxados, o consumidor americano ou vai topar pagar mais caro para ter acesso ao produto de qualquer forma (o que os economistas chamam de demanda pouco elástica), ou vai deixar de comprar porque acha que ele ficou caro demais, com impacto na redução do consumo.

    Nesse último caso, a consequência para os parceiros comerciais, como o Brasil, é direta: diminuição do volume de exportações.

    Algumas regiões, como a União Europeia, já estão se preparando com listas de ações retaliatórias contra os EUA, temendo que, da última vez, não tenham levado as ameaças de Trump a sério o suficiente.

    Isso também levanta grandes questões para o Reino Unido, que precisará decidir se deve se alinhar com um lado específico ou tentar mediar em um possível conflito comercial transatlântico.

  7. Republicanos ampliam vantagem no Senado com vitória em Montana

    Os republicanos ampliaram sua vantagem no Senado com a vitória de Tim Sheehy em Montana, derrotando o atual senador democrata Jon Tester.

    Tester, considerado um democrata moderado em um estado majoritariamente republicano, era visto como um dos candidatos mais vulneráveis do partido nesta eleição.

    De acordo com projeções, os republicanos já asseguraram a maioria no Senado, enquanto o controle da outra casa do Congresso, a Câmara dos Representantes, ainda não foi decidido.

  8. Análise: Os eleitores foram apresentados a duas versões dos Estados Unidos — e escolheram a de Trump

      • Author, Sarah Smith
      • Role, Editora de América do Norte na BBC

    Análise de Sarah Smith, editora de América do Norte da BBC

    Poucas pessoas mantêm uma postura neutra em relação a Donald Trump. Durante esta campanha, muitos eleitores com quem conversei expressaram o desejo de que ele "parasse de falar de forma tão grosseira" – mas conseguiam relevar esse comportamento. Em vez disso, focavam na pergunta que Trump fazia em cada comício: "Você está melhor agora do que estava há dois anos?"

    Muitos eleitores de Trump me disseram que sentiam que a economia era bem melhor quando ele estava no cargo e estavam cansados de lutar para pagar as contas. Embora grande parte da inflação fosse causada por fatores externos, como a pandemia de Covid-19, eles responsabilizavam o governo atual.

    Por todo o país, ouvi pessoas, tanto de direita quanto de esquerda, questionando o gasto de bilhões de dólares em apoio à Ucrânia, acreditando que esse dinheiro deveria ser investido internamente. No fim, não conseguiram votar em Kamala Harris, que atuou como vice-presidente de Joe Biden.

    Para eles, ela representava uma continuidade do que já estava acontecendo, e eles ansiavam por mudança. Assim, os eleitores se viram diante de duas visões opostas dos EUA.

    Trump afirmava que o país estava em declínio e que só ele poderia "torná-lo grandioso novamente". Já Kamala Harris alertava que a democracia americana poderia enfrentar uma ameaça existencial caso Trump fosse eleito – algo que ainda precisa ser visto.

  9. Análise: Como Trump pretende lidar com dois conflitos globais é difícil de prever

      • Author, Frank Gardner
      • Role, Correspondente de segurança

    Donald Trump gosta de afirmar que é um pacificador, mas está prestes a herdar dois grandes conflitos que não existiam quando ele deixou o cargo: a invasão em grande escala da Rússia na Ucrânia e a guerra multifacetada de Israel no Oriente Médio.

    Além disso, há a Coreia do Norte, com seus programas acelerados de mísseis nucleares e balísticos, e a possibilidade iminente de um bloqueio chinês contra Taiwan, aliado dos EUA.

    Como Trump 2.0 vai lidar com esses problemas é incerto, especialmente sem o apoio dos generais cautelosos e experientes que o acompanharam em seu primeiro mandato. Curiosamente, essa imprevisibilidade pode, às vezes, ser uma vantagem – ela deixa os adversários em dúvida.

    Será que isso impulsionará Putin a negociar sobre a Ucrânia? Conduzirá Kim Jong-Un de volta à mesa de negociações? Dissuadirá Pequim de tentar tomar Taiwan? Forçará o Irã a conter suas milícias para evitar um ataque israelense apoiado pelos EUA a suas instalações nucleares? A imprevisibilidade, marca registrada da última presidência de Trump, está prestes a retornar.

  10. Distância e pragmatismo: o que esperar da relação de Lula e Trump?, Presidente brasileiro felicita Trump pela vitória e lembra que "a democracia é a voz do povo e ela deve ser sempre respeitada"

    Quatro dias antes das eleições nos EUA, o presidente brasileiro Lula quebrou o protocolo ao declarar apoio à candidata Kamala Harris e criticar Trump, mencionando o ataque ao Capitólio como um evento chocante.

    Especialistas afirmam que, com Trump no poder, as relações entre Lula e os EUA provavelmente serão distantes, guiadas pelo pragmatismo e interesses econômicos mútuos.

    Há temores de que a política protecionista de Trump possa prejudicar as exportações brasileiras, sobretudo se ele elevar tarifas sobre produtos estrangeiros.

    Além disso, seu isolacionismo e desinteresse por acordos climáticos são um desafio, especialmente para um Brasil que busca cooperação internacional nesses temas.

    A vitória de Trump também pode impactar a política interna brasileira, pois energizaria movimentos de direita e o bolsonarismo, que veem em Trump um aliado. Ainda assim, especialistas consideram improvável que essa influência externa mude significativamente o cenário político brasileiro atual, onde Lula mantém uma forte posição de legitimidade tanto no país quanto no exterior.

  11. Lula parabeniza Trump pela vitória

    Em publicação no X (ex-Twitter), o presidente Lula parabenizou Donald Trump pela vitória.

    "Meus parabéns ao presidente Donald Trump pela vitória eleitoral e retorno à presidência dos Estados Unidos. A democracia é a voz do povo e ela deve ser sempre respeitada. O mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para termos mais paz, desenvolvimento e prosperidade. Desejo sorte e sucesso ao novo governo."

  12. O que vitória de Trump significa para economia do Brasil, Propostas do republicano - que incluem tarifaço contra importados e aumento de subsídios - podem reduzir comércio global e impactar Brasil, segundo analistas.

    O segundo mandato de Donald Trump pode ter efeitos econômicos negativos, com medidas como o aumento de tarifas sobre importações, que variariam de 10% a 20%, e podem chegar a 60% para produtos chineses.

    Isso pode gerar inflação, reduzir o consumo e diminuir a demanda por exportações do Brasil, além de fortalecer o dólar e aumentar as taxas de juros. Trump também propõe a deportação em massa de imigrantes sem documentos, o que poderia afetar setores econômicos dos EUA dependentes dessa mão de obra, como construção e serviços, e ainda agravar a inflação.

    Para o Brasil, esses movimentos podem resultar em um ciclo de dólar mais alto e queda nos preços de commodities, como a soja.

    Embora a guerra comercial com a China possa criar oportunidades para o Brasil aumentar suas exportações de soja, a diminuição nos preços das commodities pode reduzir esse impacto positivo. Os efeitos finais dependerão de como as políticas de Trump serão implementadas e das reações de outros países, especialmente da China.

  13. O que se pode esperar de um segundo mandato de Trump na Presidência?

    Seu primeiro mandato, entre 2017 e 2020, pode ser um bom indicador de como vai ser o segundo — que começa em 20 de janeiro de 2025. Trump deve "continuar de onde parou" em 2020, no final de seu primeiro mandato presidencial.

    • Retomada de projetos inacabados - Trump provavelmente continuará suas políticas de segurança na fronteira, com destaque para a construção do muro na fronteira com o México. Com a maioria republicana no Congresso, ele terá mais facilidade para aprovar o projeto.
    • Deportação em massa - Trump planeja deportar imigrantes ilegais, uma proposta que pode ter altos custos e implicações econômicas, especialmente em setores que dependem da mão de obra imigrante.
    • Redução de impostos - O republicano busca prorrogar e expandir os cortes de impostos de 2017, beneficiando empresas e pessoas mais ricas, além de propor novos cortes, incluindo redução de impostos sobre lucros corporativos e isenção de impostos para aposentados.
    • Impostos sobre produtos estrangeiros - Trump planeja taxas de importação de até 60% sobre produtos da China, com risco de aumento nos preços para os consumidores americanos.
    • Aborto e o Judiciário -A revogação do direito ao aborto é uma conquista do seu primeiro mandato, e durante a campanha de 2024, Trump procurou equilibrar sua postura, criticando leis estaduais mais restritivas, mas sem abrir mão de novas nomeações conservadoras para o Judiciário.
    • Projeto 2025 -Um plano que visa aumentar o poder do presidente, com redução da burocracia e substituição de servidores públicos por indicações políticas, o que gerou controvérsias sobre o impacto na democracia e nas instituições.Plano foi proposto por centro de estudos conservador, mas Trump negou publicamente endosso a ele.
    • Política externa e isolacionismo - Em seu segundo mandato, Trump provavelmente seguirá um caminho de isolacionismo, com foco em acordos bilaterais, como prometeu resolver rapidamente a guerra na Ucrânia com a Rússia, e minimizando a presença militar dos EUA no exterior.

    Leia mais em: https://bbc.com.im/portuguese/articles/c30p8045p13o%3C/p%3E%3C/div%3E%3C/div%3E%3C/article%3E%3C/li%3E%3Cli class="css-xxlek1">

    Como votaram os americanos por gênero, raça e idade, segundo boca de urna

    Pesquisas de boca de urna dão indícios de como os diferentes perfis de eleitores americanos votaram nesta eleição, que deu vitória a Donald Trump.

    Enquanto Kamala Harris teve vantagem entre eleitores negros, Trump saiu à frente no grupo demográfico mais numeroso: os brancos.

    Kamala teve vantagem entre hispânicos e mulheres, mas em índices menores do que o esperado por sua campanha.

    Trump também se saiu melhor entre eleitores de meia-idade e sem diploma universitário.

  14. Trump venceu - um retorno impressionante

      • Author, Anthony Zurcher
      • Role, Correspondente da BBC na América do Norte

    Análise de Anthony Zurcher, correspondente da BBC na América do Norte

    Donald Trump conseguiu novamente. Oito anos após sua vitória surpreendente sobre Hillary Clinton e quatro anos depois de ser derrotado por Joe Biden, o ex-presidente agora retorna à Casa Branca como o próximo presidente dos Estados Unidos.

    Sua vitória marca um retorno impressionante para um homem que deixou a Presidência com a reputação aparentemente arruinada, em meio à crise gerada pela invasão do Capitólio por apoiadores radicais dele, em 6 de janeiro de 2021. Após ser amplamente criticado por democratas e até por alguns republicanos, Trump embarcou em uma jornada de quatro anos que o levou de volta ao topo do poder.

    Embora, por vezes, tenha sido desorganizado e abrasivo em seus discursos de campanha, ele se cercou de uma equipe profissional e experiente. Pesquisas indicaram que os americanos confiavam em Trump nas duas questões centrais desta eleição - imigração e economia -, e sua campanha foi implacável na defesa de suas propostas nessas áreas.

    Embora sua equipe tenha demonstrado incertezas iniciais sobre como lidar com a troca de Joe Biden por Kamala Harris, o ex-presidente finalmente encontrou seu caminho, impulsionado pelo sentimento anti-establishment que o levou de volta à Casa Branca.

    Agora, ele tem mais quatro anos de governo pela frente, desta vez com uma organização política mais forte para transformar suas promessas de campanha em ação.

  15. Trump vence em Wisconsin – e com isso, a eleição presidencial dos EUA

    A CBS, parceira americana da BBC, projeta que outro Estado-chave foi para Donald Trump: o Wisconsin.

    Isso significa que ele agora tem 276 votos do colégio eleitoral, mais do que os 270 necessários para vencer a eleição.

    Com isso, Trump é agora projetado como vencedor da Presidência e voltará à Casa Branca como o 47º presidente dos Estados Unidos.

  16. 'Que vitória de Trump inspire Brasil': Bolsonaro reage à eleição nos EUA

    O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), comemorou, antes do resultado oficial, a vitória de Donald Trump e sua provável volta à Presidência dos Estados Unidos.

    "Hoje, testemunhamos o ressurgimento de um verdadeiro guerreiro", publicou em sua conta no X (antigo Twitter).

    "Esta vitória encontrará eco em todos os cantos do mundo, impulsionando não apenas os Estados Unidos, mas também o fortalecimento da direita e dos conservadores em muitos outros países", afirmou Bolsonaro.

    "Que a vitória de Trump inspire o Brasil a seguir o mesmo caminho. Que nossos compatriotas vejam neste exemplo a força para jamais se dobrarem, para erguerem-se com honra, seguindo o exemplo daqueles que nunca se deixam vencer pelas adversidades."

  17. Premiê britânico parabeniza Trump

    Keir Starmer, premiê trabalhista do Reino Unido, parabenizou Donald Trump pelo que descreveu como uma "vitória histórica nas eleições".

    "Espero trabalhar com você nos próximos anos", afirmou Starmer, acrescentando: "Como aliados mais próximos, estamos juntos na defesa dos nossos valores comuns de liberdade, democracia e empreendedorismo."

    "De crescimento econômico e segurança até a inovação e a tecnologia, tenho certeza de que a relação especial entre Reino Unido e Estados Unidos continuará a prosperar de ambos os lados do Atlântico nos próximos anos."

  18. Simpatizantes de Trump se dizem 'superfelizes' e 'gratos'

      • Author, Kayla Epstein
      • Role, Da BBC News na Flórida

    O clima fora do Palm Beach Convention Centre às 04:00 (horário local) era de festa, enquanto apoiadores de Donald Trump saíam em grande número para festejar na noite eleitoral.

    Caminhonetes passavam buzinam enquanto um homem em uma motocicleta tocava canções temáticas sobre Trump.

    Fatima Henges, 30 anos, dançava pela rua e dizia estar "feliz, superfeliz" com os resultados até agora, que deixam Trump perto da vitória no Colégio Eleitoral americano.

    "Não queremos ir para casa, mas temos que trabalhar amanhã", disse ela à BBC. "Acho que é bom para todos, uma mudança."

    Roselba Morales, imigrante mexicana que se naturalizou cidadã americana no ano passado, votou em Trump e está empolgada.

    "Ele quer paz, ele quer segurança, ele quer salvar nossos filhos", disse ela, agitando uma grande bandeira de Trump. "Estou me sentindo grata, obrigada, Jesus!"

  19. Trump faz discurso de vitória e diz ter feito 'história'

    Antes dos resultados oficiais da eleição, mas à frente no Colégio Eleitoral, Donald Trump discursou perante simpatizantes na Flórida.

    Trump disse que vai inaugurar uma "era de ouro" nos Estados Unidos. "Vamos ajudar nosso país a se curar. Vamos consertar nossas fronteiras, consertar tudo no nosso país. Fizemos história, superamos obstáculos. É uma vitória política que nosso país nunca viu antes."

    Ao lado da família e do vice JD Vance, o republicano afirmou que "temos um país que precisa de ajuda" e que vai "consertar a fronteira dos EUA".