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Eleições EUA 2024: Trump declara vitória: 'Fizemos história'

Donald Trump está perto de retornar à Presidência e faz discurso declarando vitória

Cobertura ao Vivo

  1. Por que disputa entre Trump e Kamala está tão acirrada?

    Embora eleições americanas anteriores tenham sido decididas por margens estreitas – a vitória de George W. Bush sobre Al Gore em 2000, por exemplo, foi determinada por apenas algumas centenas de votos na Flórida – sempre houve algum indicativo de para onde a corrida estava inclinando nos dias finais.

    Às vezes, como em 2016, essa percepção estava equivocada. Naquele ano, as pesquisas superestimaram a força de Hillary Clinton e não captaram um movimento de última hora a favor de Donald Trump.

    Desta vez, no entanto, os sinais estão apontando em todas as direções. Ninguém pode, com seriedade, fazer uma previsão de qual lado será o vencedor.

    Por que há tanta incerteza na eleição deste ano? Entenda nesta reportagem de Anthony Zurcher, correspondente da BBC nos EUA.

  2. Alegações de fraude checadas pela BBC

    Conforme milhões de pessoas votam nos EUA, alegações de fraude têm se espalhado pela internet. Os republicanos vinham falando em fraude antes mesmo do início das eleições — o que democratas afirmam ser uma forma de preparar o terreno para alegar fraude eleitoral caso Trump perca a eleição.

    No entanto, as autoridades eleitorais americanas têm levado a sério as acusações sendo compartilhadas na internet. Ao mesmo tempo em que rejeitam acusações sem provas, as autoridades têm explicado que há alguns problemas legítimos que muitas vezes são tirados de contexto.

    O serviço de checagem da BBC, o BBC Verify, está investigando as acusações mais compartilhadas.

    1) Problema em cédula

    Uma imagem nas redes sociais mostra uma pessoa segurando uma cédula de votação enviada pelo correio e alega que a cédula já tinha uma marca ao lado do nome de Kamala Harris. A pessoa que postou a foto no X não publicou nenhuma comprovação de que a marca já veio com a cédula. Ela alega que votar em qualquer outra pessoa anularia a cédula. A postagem foi visualizada mais de 3 milhões de vezes.

    A BBC Verify falou com o Conselho Eleitoral de Kentucky, que afirmou que não foi informado de nenhuma reclamação sobre cédulas enviadas pelo correio com marcas pré-impressas. “Como ninguém apresentou uma cédula pré-marcada aos administradores eleitorais ou autoridades policiais, a alegação de que pelo menos uma cédula pode ter uma marca pré-impressa em Kentucky, atualmente só existe no vácuo das mídias sociais”, disse o conselho.

    O conselho eleitoral acrescentou que para cédulas enviadas pelo correio em Kentucky, se mais de uma escolha de candidato for marcada, a cédula ainda será contada se o eleitor circular sua escolha preferida.

    2) Falta de cédulas para os militares

    Uma publicação no X alega que "o Pentágono supostamente falhou em enviar cédulas de voto para membros do serviço militar ativo antes da eleição" foi visualizada mais de 28 milhões de vezes.

    Ela faz referência a uma carta ao Secretário de Defesa Lloyd Austin, escrita por três membros republicanos do Congresso, expressando "grave preocupação" sobre "deficiências" nos procedimentos para que militares fora do país votem. No entanto, a carta não acusa o Pentágono de não enviar cédulas de voto ausentes.

    Não é função do Pentágono fazer isso - os militares podem votar no exterior por meio do Programa Federal de Assistência ao Voto (FVAP) e as cédulas são enviadas a eles por funcionários eleitorais onde estão registrados nos EUA. Se a cédula puder não chegar antes do prazo de votação, é possível votar por meio da uma FWAB, uma cédula especial para quem está fora do país.

    A carta dos republicanos alega que um número não especificado de militares solicitaram uma FWAB, mas foram informados de que elas haviam acabado. No entanto, é possível baixar e assinar uma FWAB pelo site do FVAP.

    O Departamento de Defesa dos disse que treinou 3 mil Oficiais de Assistência à Votação para dar suporte ao pessoal militar no exterior.

  3. Miragem vermelha? Virada azul? Entenda tendências que podem afetar a apuração

    Há quatro anos, Donald Trump anunciou, na mesma noite da votação e antes de os resultados serem conhecidos, que havia vencido a eleição porque estava liderando em muitos estados decisivos.

    Naquela ocasião, Trump acusou o Partido Democrata de ter "roubado" a eleição, apesar de não haver nenhuma evidência na época, nem nos quatro anos seguintes.

    Auditorias descartaram qualquer manipulação, assim como os tribunais. Trump aproveitou-se do que se conhece como "miragem vermelha" – um fenômeno em que os primeiros resultados da noite da eleição indicam uma aparente vitória dos republicanos – para apoiar sua denúncia de fraude.

    O conceito de “miragem vermelha” foi cunhado pela consultoria Hawkfish, que, em 2020, previu corretamente que Trump poderia inicialmente alcançar uma vantagem, mas que Biden poderia superá-lo graças à contagem dos votos por correio e das áreas urbanas.

    À medida que os votos antecipados e os dados das grandes cidades dos estados-chave começam a ser contabilizados, a diferença diminui e até mesmo a tendência pode se inverter, no que se conhece como "virada azul", a cor dos democratas.

    Segundo analistas, isso pode se repetir nas eleições desta terça-feira, embora com menos intensidade do que em 2020.Leia a reportagem completa aqui

  4. Horário de votação estendido em alguns locais devido a atrasos

    A votação foi estendida por 90 minutos no condado de Luzerne, na Pensilvânia, devido à abertura tardia das seções eleitorais, segundo as autoridades.

    No local de votação de Laflin Borough, a votação agora terminará às 21h30, horário local (23h30 no horário de Brasília).

    Mais cedo, dois distritos eleitorais no condado de Cobb, na Geórgia, também receberam permissão para ficar abertos até mais tarde devido a atrasos na abertura.

    Lembrando que as urnas fecham em horários diferentes nos EUA, com as primeiras fechando às 18h (20h, no horário de Brasília) até 1h (3h, no horário de Brasília) da madrugada de quarta-feira (6).

  5. Acompanhe a apuração dos resultados das eleições nos EUA em tempo real a partir das 19h

    A BBC News Brasil vai acompanhar em tempo real a apuração dos votos e os primeiros resultados a partir das 19h.

    Veja aqui os mapas interativos que trarão os resultados das eleições nos EUA.

  6. Donald Trump e Elon Musk vão acompanhar apuração juntos

    Donald Trump estará acompanhado pelo chefe da Tesla e SpaceX, Elon Musk, nesta noite, segundo a CBS, parceira americana da BBC.

    A campanha do ex-presidente está organizando uma festa para acompanhar os resultados na residência de Trump, o Mar-a-Lago, e no Palm Beach Club, para milhares de apoiadores.

    Não está claro se Trump e Musk comparecerão a esses eventos, mas uma fonte próxima a Musk afirma que os dois estarão juntos.

    Enquanto isso, o presidente Joe Biden e a primeira-dama Jill acompanharão os resultados da eleição na Casa Branca, ao lado de assessores e funcionários de alto escalão.

    Mas o que Elon Musk ganha ao apoiar Trump? Entenda nesta reportagem da BBC.

  7. Prisões foram realizadas por tentativa de violência eleitoral

    A polícia do Capitólio dos EUA informou que prendeu um homem que "cheirava a combustível" e tinha uma "pistola sinalizadora" no centro de visitantes do Capitólio em Washington DC.

    Como este, houve outros casos de prisões e incidentes de segurança relacionados a suspeitas de problemas eleitorais nos EUA nesta terça-feira (5).

    Aqui está um resumo do que aconteceu até agora:

    • O FBI afirmou acreditar que a Rússia está por trás de falsas ameaças de bomba em vários estados.
    • Houve cinco falsas ameaças de bomba no estado da Geórgia.
    • Outras duas pessoas foram presas em Michigan por fazer ameaças relacionadas às eleições.
    • No Maine, a polícia estadual informou estar ciente de chamadas falsas em todo o estado, mas destacou que não havia ameaça ao público.
  8. AGORA: Tire suas dúvidas sobre as eleições com a correspondente da BBC

    A correspondente da BBC News Brasil em Washington Mariana Sanches participa de uma live para tirar dúvidas sobre a eleição americana.

    Ela responde perguntas dos leitores sobre o sistema eleitoral americano e traz mais detalhes sobre a disputa entre o republicano Donald Trump e a democrata Kamala Harris. Participe também nos comentários da live.

    Confira a live aqui.

  9. Tribunal da Pensilvânia permite que local de votação permaneça aberto até mais tarde após atraso

    Acabamos de receber a notícia de que outra queixa legal relacionada à eleição foi registrada na Pensilvânia - desta vez no Condado de Luzerne, que inclui a cidade de Wilkes-Barre. Quem informa é Bernd Debusmann Jr, diretamente da Filadélfia.

    Documentos judiciais compartilhados pelo sistema judicial da Pensilvânia dizem que um local de votação em Laflin Borough foi atrasado na abertura por uma hora e meia, "causando a incapacidade de alguns eleitores de votar" se tivessem que sair até então.

    Em resposta, o tribunal deferiu uma petição para permitir que a votação em Laflin Borough continuasse até as 21h30, horário local - 90 minutos após o fechamento das urnas em outras partes do Estado.

    O sistema judicial da Pensilvânia confirmou agora que casos eleitorais foram registrados em três condados: Luzerne, Northampton e Cambria. No entanto, autoridades estaduais foram rápidas em dissipar quaisquer rumores de queixas legais sendo registradas em outras partes da Pensilvânia e têm enviado atualizações regulares conforme o dia passa.

  10. O que explica possível aumento de apoio a Trump entre eleitores negros e latinos, O último candidato presidencial republicano a obter mais de 10% do voto de eleitores negros foi George W. Bush, em 2004

    Diferentes pesquisas indicam que o ex-presidente americano Donald Trump poderá se tornar nestas eleições o candidato republicano com o melhor desempenho entre eleitores negros e latinos nas últimas décadas.

    Nos Estados Unidos, a maioria desses eleitores historicamente vota no Partido Democrata, e isso deve se repetir no pleito de hoje. No entanto, sondagens sugerem que a margem de vantagem dos democratas nesses grupos poderá diminuir.

    O que explica essa tendência? Confira na reportagem de Alessandra Corrêa.

  11. Como funciona a apuração das eleições nos EUA?

    Semanas antes da eleição oficial, milhões de americanos já haviam votado, graças a uma característica do sistema eleitoral dos Estados Unidos: o voto antecipado.

    Em quase todo o país, exceto em três Estados, os eleitores podem votar antes da data oficial, o que representa 97% do eleitorado.

    Essa antecipação é possível porque, nos EUA, a maioria dos Estados oferece várias formas de votação. Em oito Estados, por exemplo, os eleitores podem enviar seus votos pelo correio, sem precisar comparecer a uma seção eleitoral.

    Mas como esses votos todos são computados? Entenda nesta reportagem de Mariana Sanches.

  12. FBI diz que russos estão por trás de ameças de bombas falsas em "vários Estados"

    O FBI diz que houve "ameaças de bomba" em seções eleitorais em vários Estados, e que muitas "parecem se originar de domínios de e-mail russos".

    "Nenhuma das ameaças foi determinada como confiável até agora", diz. Nós relatamos anteriormente sobre ameaças falsas de bomba na Geórgia, que o Secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger, disse que eram falsas ​​e eram de origem russa.

    O FBI diz que a integridade eleitoral é sua maior prioridade e que está trabalhando em estreita colaboração com as autoridades estaduais e locais.

  13. Homem é preso com arma sinalizadora no Capitólio em Washington DC

    A polícia do Capitólio dos EUA diz que acabou de prender um homem que "cheirava a combustível" e tinha uma "pistola sinalizadora" no centro de visitantes do Capitólio em Washington DC.

    Em uma publicação no X, a polícia diz que o homem foi parado durante o processo de triagem no centro.

    "O homem cheirava a combustível, tinha uma tocha e uma pistola sinalizadora", diz a publicação. O centro está fechado para visitas hoje enquanto a polícia investiga, acrescenta a publicação. A polícia diz que fornecerá mais informações quando puder. O Capitólio dos EUA é onde o Congresso, o braço legislativo do governo federal, se reúne.

  14. Eleição decidirá não só o novo presidente

    Além do novo presidente dos Estados Unidos, os americanos decidem hoje 34 dos 100 senadores, todos os 435 membros da Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil), 11 governadores estaduais, dezenas de prefeitos e centenas de cargos legislativos e executivos em Estados e municípios.

    Também serão realizadas 147 consultas populares em 41 dos 50 Estados, nas quais os eleitores vão opinar sobre temas variados, que vão desde acesso a aborto e legalização da maconha até salário mínimo e licença médica remunerada.

    Assim como a corrida pela Casa Branca, as disputas no Senado e na Câmara dos Representantes concentram as atenções, porque vão definir qual dos dois partidos terá o controle do Congresso.

  15. O que aconteceu até agora?

    Nossos repórteres estão em movimento desde o meio da noite - para a maioria dos americanos - mas com os EUA agora acordados, aqui está o que aconteceu até agora:

    A votação está aberta em todos os estados dos EUA - o Havaí foi o último a ser adicionado à fila

    Há pouco tempo, Donald Trump votou em Palm Beach, Flórida, acompanhado de sua esposa Melania. Ele falou com repórteres e disse "estamos indo muito bem"

    Kamala Harris já votou - ela enviou sua cédula pelo correio na semana passada

    Houve problemas técnicos relatados no Condado de Cambria, Pensilvânia, pois problemas de software impactaram os scanners de votação.

    O horário de votação foi estendido por causa dos atrasos causados

    Na Geórgia, houve cinco ameaças falsas de bomba ​​em locais de votação em todo o Estado, levando a evacuações em dois locais

    Duas seções eleitorais do Condado de Cobb ficarão abertas até tarde por causa dos atrasos

    O secretário de estado da Geórgia disse à imprensa que as ameaças vieram da Rússia

    Como é tradição, os primeiros votos foram emitidos pelos seis moradores de Dixville Notch, New Hampshire, à meia-noite, horário local, com uma divisão de 3-3 para Harris e Trump

    E as pesquisas indicam que Harris assumiu a liderança no principal estado da Pensilvânia, e tem pequenas vantagens em Wisconsin e Michigan. Enquanto isso, Trump ainda tem uma pequena vantagem em Nevada, Geórgia, Carolina do Norte e Arizona

  16. Trump: de apresentador de reality show a ícone da direita global

    Muito antes de tentar três vezes consecutivas a presidência dos Estados Unidos, Donald Trump já era o bilionário mais chamativo do país.

    A vida do magnata do setor imobiliário de Nova York estava constantemente nas manchetes de tabloides e na televisão nas décadas que antecederam sua improvável candidatura em 2015-16 para a Casa Branca.

    Na última década, ele transformou o Partido Republicano e a política dos Estados Unidos e do mundo.

    Entenda sua trajetória nesta reportagem da BBC.

  17. O que decidirá as eleições nos EUA?

    Nunca na história política recente dos EUA o resultado de uma eleição presidencial esteve tão em dúvida. Embora as eleições passadas tenham sido decididas por pouco - a vitória de George W. Bush sobre Al Gore em 2000 se resumiu a algumas centenas de votos na Flórida - sempre houve alguma noção de qual direção a corrida estava pendendo nos últimos dias.

    Desta vez, no entanto, as setas estão todas apontando em direções diferentes. Ninguém pode fazer uma previsão séria de qualquer maneira.

    Historicamente, na maioria dos Estados dos EUA, o resultado da votação presidencial é quase certo. Mas há sete Estados-chave de campo de batalha que decidirão esta eleição. No entanto, nem todos os Estados de campo de batalha são criados iguais. Cada candidato tem um "muro" de três estados que oferece o caminho mais direto para a Casa Branca.

    O chamado muro "azul" de Kamala, nomeado pela cor do Partido Democrata, se estende pela Pensilvânia, Michigan e Wisconsin na região dos Grandes Lagos. Tem sido o assunto de muitas conversas políticas desde 2016, quando Trump venceu por pouco todos os três estados tradicionalmente democratas em seu caminho para a vitória.

    Joe Biden virou esses estados de volta em 2020. Se Kamala puder mantê-los, ela não precisa de nenhum outro campo de batalha, contanto que ela também ganhe um distrito congressional em Nebraska (que tem um sistema ligeiramente diferente na forma como concede seus votos do colégio eleitoral).

    O "muro vermelho" de Trump fica ao longo da borda leste dos EUA. É menos falado, mas igualmente importante para suas chances eleitorais. Começa na Pensilvânia, mas se estende ao sul até a Carolina do Norte e Geórgia. Se ele ganhar esses estados, vencerá por dois votos eleitorais, não importa como os outros campos de batalha votem.

    O ponto de sobreposição em cada um desses muros, é claro, é a Pensilvânia - o maior prêmio eleitoral do campo de batalha.

    Os resultados de hoje podem oferecer evidências adicionais de como essas mudanças tectônicas na política americana, apenas parcialmente percebidas nos últimos oito anos, estão remodelando o mapa político dos EUA.

    E essas mudanças podem dar a um lado ou outro uma vantagem em futuras disputas. Não faz muito tempo - nas décadas de 1970 e 1980 - que os republicanos eram vistos como tendo uma trava inatacável na presidência porque eles consistentemente ganhavam uma maioria em estados suficientes para prevalecer no colégio eleitoral. Esta eleição pode ser uma disputa 50-50, mas isso não significa que este seja o novo normal na política presidencial americana.

    *Por Anthony Zurcher, correspondente nos Estados Unidos

  18. Kamala Harris: 5 momentos-chave da carreira da candidata democrata

    Kamala Harris, a mulher de 60 anos que pode tomar posse como a primeira presidente dos Estados Unidos, já fez história em 2021, quando se tornou a primeira vice-presidente mulher do país, e a primeira negra, e de origem asiática, a ocupar o cargo.

    A trajetória profissional da candidata democrata à presidência começou como promotora de Justiça em seu Estado natal, a Califórnia, e ela foi subindo na carreira até chegar ao posto de procuradora-geral do mesmo Estado.

    De lá, ela foi para o Senado dos EUA e, após um mandato, se tornou vice-presidente dos Estados Unidos.

    Veja nesta reportagem da BBC cinco momentos-chave da carreira da democrata.

  19. Live: tire todas as suas dúvidas sobre as eleições

    Daqui a pouco, às 17h, a repórter da BBC News Brasil em Washington, Mariana Sanches, estará ao vivo tirando todas as dúvidas dos nossos leitores sobre as eleições americanas.

  20. O que os últimos dados de pesquisas sugerem nos Estados indecisos?

    A votação está em andamento em todos os sete Estados indecisos.

    As vantagens continuam sendo muito pequenas para se dizer, efetivamente, quem está à frente, e é importante levar em consideração uma margem de erro de cerca de três a quatro pontos percentuais.

    No entanto, as pesquisas sugerem que Kamala assumiu a liderança no principal estado indeciso da Pensilvânia, onde os candidatos estavam empatados anteriormente.

    O Keystone State é considerado por alguns especialistas como o maior prêmio no mapa do campo de batalha eleitoral e Kamala e Trump inundaram o Estado com comícios. Trump ainda tem uma pequena vantagem em Nevada, Geórgia, Carolina do Norte e Arizona, com vantagens igualmente pequenas para Kamala em Wisconsin e Michigan.