'Não à guerra': Espanha defende posição após ameaças de Trump
De Guy Hedgecoe, da BBC News em Madri
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, respondeu às ameaças de Donald Trump de cortar relações comerciais entre os dois países devido à oposição de Madri ao bombardeio do Irã.
Em um pronunciamento televisionado na manhã de quarta-feira, Sánchez afirmou que a posição do governo pode ser resumida nas palavras "não à guerra".
Ele pediu que os "erros do passado" não se repitam, referindo-se à invasão do Iraque em 2003, que, segundo ele, não atingiu seus objetivos, criando insegurança e piorando a vida de muitas pessoas.

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Sánchez disse que os ataques ao Irã poderiam ter um impacto econômico semelhante para milhões de pessoas comuns, e o governo da Espanha está analisando medidas para evitar isso.
Ontem, Trump prometeu "romper todos os laços" com a Espanha e descreveu o país como "terrível" depois que Sánchez se recusou a permitir que os EUA usassem suas bases militares para atacar o Irã. Madri havia classificado os ataques como uma "intervenção militar injustificada e perigosa".






