24 de junho, 2008 - 18h17 GMT (15h17 Brasília)
A partida nesta terça-feira do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de Israel foi marcada por confusão depois que um soldado morreu com um tiro disparado por sua própria arma no aeroporto Ben-Gurion.
Sarkozy e sua esposa, Carla Bruni, foram levados às presas para dentro do avião depois que o tiro foi ouvido no aeroporto israelense. O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, também foi retirado do local às pressas.
Micky Rosenfeld, um porta-voz da polícia, afirmou que o segurança cometeu suicídio e que todo o incidente não significou uma ameaça para os visitantes.
Rosenfeld também negou que o incidente possa ter sido uma tentativa de assassinato contra o presidente francês. No entanto, ainda não há uma versão definitiva para o caso e também há informações que sugerem que o soldado pode ter disparado a arma por acidente.
Segundo testemunhas o incidente estava encerrado depois de alguns minutos e Olmert entrou no avião de Sarkozy para se despedir do casal e explicar o que tinha acontecido.
Segundo a Rádio Israel o soldado estava trabalhando no perímetro do aeroporto, a cerca de 100 ou 200 metros do avião do presidente francês, quando morreu.
Imagens de televisão mostraram o presidente francês e sua esposa sendo levados às pressas pelos degraus da escadaria que levava ao avião.
O presidente israelense, Shimon Peres, que também participava da cerimônia no aeroporto, foi levado para seu carro blindado.
A visita de Sarkozy visava melhorar as relações entre a França e Israel.
Nesta terça-feira o presidente francês também se reuniu com o líder palestino Mahmoud Abbas e expressou seu apoio à criação
de um Estado palestino.