24 de agosto, 2007 - 05h22 GMT (02h22 Brasília)
Pelo menos oito pessoas morreram nos Estados mexicanos de Puebla, Hidalgo e Jalisco devido à passagem do furacão Dean.
Rebaixado para tempestade tropical, o Dean continua a se mover em direção ao oeste pelo país, deixando um rastro de inundações, deslizamentos de terra e fortes ventos.
O presidente do México, Felipe Calderón, visitou Veracruz e Hidalgo, dois dos Estados mais afetados, onde mais de 60 mil pessoas se refugiaram em abrigos temporários.
Calderón elogiou o que chamou de unidade e coordenação demonstradas pelas autoridades e pelos cidadãos diante dos estragos causados pelo Dean.
Em Hidalgo, mais de mil policiais foram enviados para a cidade de Tulancingo para evitar saques, depois que milhares de pessoas tiveram de deixar suas casas devido às inundações.
O ministro da Economia do México, Eduardo Sojo, afirmou que a passagem do Dean não vai atrapalhar o crescimento econômico do país.
E estatal de petróleo do México, a Pemex, afirmou que a produção vai começar a voltar ao normal nesta sexta-feira. A produção havia sido reduzida em 80% devido ao Dean.
Na terça-feira, o Dean havia cruzado a Península de Yucatán, no México, como um furacão de categoria 5, a mais alta, destruindo casas e provocando enchentes.
Desde que iniciou sua trajetória pelo Caribe, na semana passada, o Dean já deixou pelo menos 18 mortos.