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03 de agosto, 2007 - 10h44 GMT (07h44 Brasília)

Sexta-feira 'reduzida' custa US$ 100 mi a empresas britânicas

As empresas britânicas têm um prejuízo estimado em US$ 100 milhões por ano por causa da ausência de funcionários nas tardes de sexta-feira.

A conta foi feita pela Employersafe, uma companhia especializada em softwares para departamentos de recursos humanos.

Segundo a Employersafe, um número crescente de funcionários está tratando o último dia útil da semana como um feriado extra-oficial.

Ela descobriu que as principais desculpas para se antecipar o fim de semana são hora de almoço prolongada, consulta médica e reunião em local perto de casa.

A Employersafe desenvolveu um programa de computador para acompanhar as ausências de funcionários em diferentes empresas do país e usou esse processo como base para o seu levantamento.

De acordo com a empresa, seus dados vêm sendo reforçados por organizações de motoristas de táxi, que dizem que a hora do rush britânico na sexta-feira agora começa perto do meio-dia.

Pam Rogerson, chefe de pessoal de Employersafe, disse: "Nossas evidências sugerem que mais e mais trabalhadores estão vendo a tarde de sexta-feira como um feriado extra-oficial".

"Nós estimamos que isto está custando às empresas britânicas pouco mais de US$ 100 milhões por ano, que forma parte do custo total de US$ 26 bilhões de faltas no trabalho", afirmou.

O software desenvolvido pela empresa detecta padrões de ausência e recomenda ação disciplinar quando é o caso.