07 de novembro, 2006 - 11h53 GMT (08h53 Brasília)
O governo britânico lançará uma nova iniciativa para reavivar as negociações comerciais iniciadas em Doha, e enviará ao Brasil o seu ministro de Comércio e Indústria, Alistair Darling, informa o jornal The Times.
A estratégia é proposta do chanceler britânico, Gordon Brown, o principal nome dos trabalhistas para a sucessão do primeiro-ministro, Tony Blair.
Em uma reunião da União Européia nesta terça-feira, Brown pedirá pessoalmente aos ministros de Finanças do bloco que se esforcem para retomar a rodada comercial, suspensa desde julho, disse o Times.
Segundo o jornal, o governo britânico enviará representantes também para a Índia, o Japão e outros "países-chave" da rodada.
Bric's
Pequenas e médias empresas sul-coreanas com operações no exterior estão deixando de se instalar na China e optando por expandir seus negócios para os outros integrantes do grupo conhecido como países BRIC – Brasil, Índia e Rússia -, diz matéria do diário econômico The Korea Herald.
O relatório de um instituto sul-coreano de pesquisas revelou que 68% das pequenas e médias empresas do país já têm um pé na economia dos países BRIC, enquanto 94% delas consideram futuros projetos, disse o jornal.
De acordo com o relatório, a mudança de comportamento se explica pela elevação dos custos da mão-de-obra na China, resultado do rápido crescimento do país.
O documento recomenda que instituições de fomento aumentem suas linhas de crédito para instituições que queiram investir nos BRIC, que já respondem por 45% do investimento direto externo das empresas sul-coreanas.
Eleições americanas
O Partido Republicano, hoje maioria no Congresso americano, merece perder sua liderança, sustenta editorial do britânico Financial Times.
Alinhando-se a jornais liberais americanos, como o The New York Times e o Washington Post, o diário financeiro diz que a "corrupção" e a "incompetência" da legenda do presidente George W. Bush fizeram o partido se corromper nos últimos anos.
O texto intitulado "Os republicanos merecem um punição eleitoral" ressalta, no entanto, que os democratas também precisam mostrar que podem governar. O jornal critica especificamente a pouca firmeza dos oposicionistas em relação à guerra do Iraque.
O FT lembra que a liderança dos republicanos no Congresso vem de 1994, e defende: "As eleições de hoje podem, e certamente deveriam, ser um divisor de águas na política americana".