10 de dezembro, 2005 - 13h34 GMT (11h34 Brasília)
Claudia Silva Jacobs
Enviada especial a Leipzig
O treinador da Croácia, Zlatko Kranjcar, acha que o empate em 1 a 1 durante o amistoso contra o Brasil, em Split, é um sinal de que sua equipe pode surpreender os brasileiros.
"Estar ao lado do Brasil em uma Copa do Mundo nunca é fácil, mas se tivermos o espírito demonstrado no amistoso que jogamos contra os brasileiros, em Split, podemos surpreendê-los".
Para o treinador, a fórmula de enfrentar o Brasil é ter rapidez em campo e espírito de luta.
"Tenho seis meses e vários amistosos para preparar meu jogadores para este desafio", comentou o treinador.
O técnico fala de possíveis surpresas mas diz que um empate na estréia contra o Brasil "já seria ótimo".
Uma vantagem para a Croácia, segundo o treinador, é a proximidade geográfica com a Alemanha, o que pode garantir um apoio extra da torcida.
Austrália
O treinador da Austrália, Guus Hiddink, disse que jogar contra o Brasil "será uma festa".
Mesmo ressaltando a superioridade dos pentacampeões, lançou um aviso: "Eles são os melhores, mas ninguém vence uma partida de futebol apenas com tradição".
"Teremos respeito, mas tentaremos ser competitivos", diz Hiddink, que conseguiu levar a Austrália à classificação eliminando o Uruguai.
O treinador disse que todos as equipes do grupo "buscam o ataque", e que "teremos de ter preparo físico e técnico para avançar para a próxima fase".
Hiddink, que é o técnico do PSV Eindhoven, da Holanda, está há poucos meses no comando da seleção da Austrália.
Na última Copa do Mundo , ele saiu da competição com um surpreendente quarto lugar no comando da Coréia do Sul.
"Na Copa passada, poucos acreditavam na Coréia e nossa seleção se classificou em quarto lugar. Este ano quero chegar o mais longe possível."