22 de março, 2007 - 03h20 GMT (00h20 Brasília)
Os Estados Unidos disseram que estão reduzindo substancialmente o montante que planejam dar para melhorar as forças de segurança palestinas por temor de que os recursos possam acabar nas mãos da Hamas, a principal facção do novo governo palestino de união.
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, vai pedir ao Congresso dos Estados Unidos cerca de US$ 50 milhões para esse fim - US$ 36 milhões a menos da verba que originalmente seria destinada às forças leais ao presidente palestino Mahmoud Abbas, que é da Fatah.
A União Européia e os Estados Unidos concordaram em não reconhecer o novo governo palestino de unidade empossado no domingo.
Após conversações na segunda-feira em Washington, a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, e o representante da União Européia para Política Externa, Javier Solana, renovaram pedido para que o governo palestino reconheça o Estado de Israel e abandone a violência.
Rice criticou o governo por continuar a defender o que chama de "direito de resistir à ocupação de Israel".
Estados Unidos e União Européia, contudo, não fecharam completamente a porta para possíveis vínculos com a nova administração, ressaltou Beale.
Ambos indicaram que vão manter contato com os palestinos que são leais ao presidente Mahmoud Abbas, da Fatah, e não pertencem ao grupo militante Hamas.