12 de junho, 2006 - 00h53 GMT (21h53 Brasília)
Um general americano no Iraque negou categoricamente a veracidade de relatos de testemunhas que sugerem que soldados dos Estados Unidos maltrataram o militante Abu Musab al-Zarqawi antes de sua morte, na quarta-feira.
Em entrevista na televisão americana neste domingo, o general George Casey qualificou as alegações como absurdas, dizendo que os soldados deram ao líder da rede extremista Al-Qaeda no Iraque assistência médica quando ele morreu.
Um homem iraquiano que disse estar no local depois do ataque aéreo americano a um esconderijo de al-Zarqawi disse que viu soldados espancando um homem ferido que se parecia com o militante.
Casey afirmou ainda que forças americanas e iraquianas estão se preparando para retaliação pela morte de al-Zarqawi depois que uma mensagem foi colocada em um site da internet em nome da Al-Qaeda no Iraque.
A declaração anuncia "grandes ataques", que vão despertar "os inimigos de seu sono".
A organização afirmou que renovou seu voto de fidelidade a Osama Bin Laden, mas não foi indicado um sucessor para Zarqawi.
A declaração é feita num momento em que dois legistas militares americanos completaram a autópsia do corpo de Zarqawi. Um porta-voz militar afirmou que os resultados ainda não serão divulgados.