14 de janeiro, 2005 - 13h01 GMT (11h01 Brasília)
A Otan está planejando reduzir as suas atividades de treinamento no Iraque.
O mais alto comandante da aliança militar do Ocidente, general James Jones, disse ter sido informado de que as forças iraquianas aumentaram a capacidade de treinar seus próprios soldados.
Por essa razão, disse ele, a Otan não prentede enviar ao país mais instrutores do que o necessário.
Num encontro de cúpula em dezembro, os Estados Unidos pressionaram seus aliados europeus a contribuir mais no treinamento do novo Exército e da polícia do Iraque.
Um terço
Na ocasião, o secretário-geral da Otan, Jaap de Hoop Hoop Scheffer, afirmou que o número de instrutores e policiais militares da aliança no Iraque passaria de 60 para 300.
Atualmente, porém, há no país cerca de cem instrutores da Otan, apenas um terço do total prometido.
O general Jones disse que a missão de treinamento tem sido prejudicada em razão da recusa de alguns países-membros em mandar tropas ao Iraque.
Entre esses países estão a França e a Alemanha, que durante todo o período que antecedeu a guerra para derrubar Saddam Hussein se opuseram à posição dos Estados Unidos.
Bélgica, Espanha e Grécia também se negaram a enviar ajuda na cúpula de dezembro.