03 de novembro, 2004 - 14h12 GMT (11h12 Brasília)
Vários líderes mundiais já se pronunciaram em relação às eleições presidenciais americanas, mesmo com o resultado final ainda indefinido.
Tony Blair, primeiro-ministro da Grã-Bretanha
Eu estou certo de que todo o Parlamento (onde fez o discurso) me acompanhará no envio de congratulações ao presidente…. Karzai no Afeganistão (gargalhadas no plenário do Parlamento).
Como qualquer um, estou esperando o resultado da outra eleição presidencial com interesse.
Alexander Downer, ministro das Relações Exteriores da Austrália
Nós tivemos um relacionamento muito bom com eles (americanos) nos últimos quatro anos. E eu estou certo de que poderemos manter esse bom relacionamento nos próximos quatro.
Mas, francamente, se o senador Kerry milagrosamente vencer, trabalharemos muito bem com ele da mesma forma.
Ayad Allawi, primeiro-ministro interino do Iraque
Qualquer vencedor será nosso amigo. Os Estados Unidos nos liberaram de um ditator após um longo período de guerra e de agonia. Nós seremos sempre agradecidos à América pelo que fizeram e continuam a fazer.
Junichiro Koizumi, primeiro-ministro do Japão
Parece que a corrida continua apertada como se esperava. Independentemente de quem for o candidato vencedor, acho que basicamente não haverá mudanças no reconhecimento da amizade entre o Japão e os Estados Unidos.
Anders Fogh Rasmussen, primeiro-ministro da Dinamarca
Nós precisamos que os Estados Unidos tenham um envolvimento mais próximo com seus aliados e parceiros… Nós não vamos arrancar pela raiz o terrorismo antes que exista paz entre israelenses e palestinos.
É óbvio que os Estados Unidos são um país dividido e eu acredito que Bush vai tomar a iniciativa de fechar as feridas.
Leila Shahid, enviada palestina a Paris
Eu penso que, como todos os palestinos, (Yasser Arafat) está esperando para ver o que o presidente Bush vai fazer para ter uma política de paz no lugar de uma política de guerra.
Estou preocupada porque o presidente Bush esteve por quatro anos à frente da administração americana, que conduziu a política da guerra mais do que a política de paz e que decidiu colocar o processo de paz na geladeira nos últimos quatro anos.