Os sete chineses que tinham sido seqüestrados no Iraque, perto da cidade de Falluja no dmingo, foram libertados de acordo com a agência oficial chinesa de notícias, Xinhua.
O local da libertação não foi divulgado, de acordo com o diplomata chinês Sun Bigan, no Iraque, citado pela agência.
Não está claro o que os sete homens, com idades entre 18 e 49 anos, estavam fazendo no Iraque.
Fontes chinesas acreditam que eles eram fazendeiros e pescadores do sudeste de Fujian que conseguiram empregos no Iraque através de contatos pessoais.
Seqüestros
Militares americanos no Iraque confirmaram que dois dos seus soldados e sete civis que trabalham para a coalizão estão desaparecidos depois de um ataque a um comboio no final de semana.
A confirmação de que nove americanos estão desaparecidos amplia para pelo menos 17 o número de pessoas que se acredita ainda estarem em mãos de rebeldes iraquianos.
Entre os outros supostos seqüestrados estão dois jornalistas tchecos e três japoneses.
Um diplomata japonês afirmou que não houve nenhum progresso nesta segunda-feira com a aproximação do prazo dado pelos seqüestradores para a execução de um dos três japoneses.
O prazo terminou às 10 horas da manhã, horário de Brasília.
"Não tivemos nenhum progresso até agora e nem confirmação sobre a segurança ou onde estariam os três", disse o diplomata.
Um grupo que se auto-intitula Brigadas Mujahedins ameaçava matar o primeiro dos três reféns se o Japão não retirasse seus 550 soldados do Iraque.
Eles são Noriaki Imai, de 18 anos, e Nahoko Takato, de 34, que foram ao Iraque como voluntários de agências humanitárias. O terceiro é o fotojornalista Soichiro Koriyama, de 32 anos.
A agência de notícias AP afirma que segundo um canal de televisão árabe uma empresa de energia russa teria confirmado que 11 de seus funcionários teriam sido seqüestrados em Bagdá.
Se a informação for confirmada, o número de estrangeiros em mãos de grupos iraquianos sobe para pelo menos 28 pessoas.