O governo da República Democrática do Congo afirma ter prendido pelo menos 15 homens que participaram de ataques a bases militares e canais de televisão do país.
Ainda segundo o governo, quatro bases e dois canais de TV foram atacados.
O ministro de Interior, Theophile Mbemba Fundu, disse que os presos eram “militares armados”, mas não deu detalhes de quem eles seriam.
Para o embaixador da Grã-Bretanha no país, Jim Atkinson, o que ocorreu foi provavelmente uma tentativa de golpe.
Atkinson afirmou que granadas-foguetes foram usadas para atacar a residência do presidente Joseph Kabila.
A polícia congolesa afirma que o Exército entrou em confronto com homens do ex-ditador Mobuto Sese Seko.
As autoridades governamentais dizem que a situação já está sob controle, embora parte dos envolvidos na ação tenham conseguido fugir.
A República Democrática do Congo - antigo Zaire - ainda está se recuperando de uma longa guerra civil que foi encerrada em 2002. O conflito durou cinco anos e deixou, estima-se,3 milhões de mortos.