O assassinato do xeque Ahmed Yassin, líder espiritual do Hamas, foi duramente condenado no mundo árabe e na Europa. Já os Estados Unidos pediram calma na região.
O primeiro-ministro da Jordânia, Faisal al-Fayez, afirmou que a ação de Israel foi um "crime odioso" que levará a mais derramamento de sangue.
O chanceler britânico, Jack Straw, qualificou o ataque como "inaceitável" e "injustificável".
Javier Solana, chefe da política externa da União Européia, declarou que a morte do xeque palestino "é uma notícia muito, muito ruim" para o processo de paz do Oriente Médio.
Americanos
Os Estados Unidos foram um dos primeiros países a apresentarem um reação à notícia da morte de Yassin.
O Departamento de Estado americano afirmou que os dois lados agora precisam ter calma e controlar seus ímpetos.
O correspondente da BBC para assuntos diplomáticos Barnaby Mason disse que as grandes potências devem estar decepcionadas com a decisão do premiê de Israel, Ariel Sharon, de incentivar o conflito com o Hamas.
Outros líderes do mundo árabe expressaram a sua indignação. "A violência vai aumentar agora, porque violência sempre traz violência", disse o primeiro-ministro do Kuwait, o xeque Sabah al-Ahmad al-Sabah.
O presidente do Líbano, Émile Lahoud, disse Israel se engana se pensa que, ao matar combatentes da resistência palestina, pode matar a causa palestina.