Dois soldados americanos morreram e um ficou ferido na quinta-feira, quando uma bomba de fabricação caseira explodiu sob o veículo em que eles viajavam, por uma estrada a 70 km de Bagdá, no Iraque.
O veículo de combate Humvee fazia a segurança de um comboio que passava pela vila de Habaniya, segundo o Comando Central dos Estados Unidos.
Em outro episódio, as autoridades americanas investigam o assassinato de dois funcionários americanos de agências humanitárias e uma intérprete iraquiana, também na quinta-feira.
Fern Holland, de 33 anos, e Robert Zangas, de 44 anos, viajavam com uma intérprete por Hillah, ao sul de Bagdá, quando foram paradas em uma barreira da polícia iraquiana e fuzilados.
Policiais
Segundo militares poloneses que vigiam a região, os cinco iraquianos teriam, então, roubado o veículo, com os corpos dentro, mas foram parados e presos.
Segundo a agência de notícias Associeted Press, ainda não está claro se os homens são policiais de verdade ou impostores vestindo uniformes da polícia iraquiana.
As investigações seguem duas linhas: por um lado, que o crime tenha relação com as atividades de promoção dos direitos das mulheres realizadas por Holland; ou que guerrilhas anti-americanas tenham adotado uma nova estratégia, se fazendo passar por policiais.
Com as mortes dos soldados americanos, o número de militares dos Estados Unidos mortos desde o fim da guerra, decretado pelo presidente George W. Bush em 1 de maio de 2003, chegou a 556.