O presidente argentino, Néstor Kirchner, afirmou mais uma vez que o seu país não terá capacidade para aumentar os pagamentos da dívida externa, como exigido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Em um discurso ao Congresso, Kirchner disse que a Argentina não podia miraculosamente aumentar os seus pagamentos, apesar da pressão dos credores internacionais.
Ele disse que não podia pagar a dívida externa do país às custas da fome e da pobreza para milhares de argentinos.
Em janeiro, Kirchner já havia afirmado que o seu governo poderia honrar apenas 25% do valor de face dos títulos do tesouro argentino.
Muitos desses títulos foram comprados por investidores estrangeiros.