O jornal alemão Frankfurter Rundschau destaca o agravamento da crise no Haiti, em artigo com o título "Haiti afunda no caos".
O jornal diz que o esforço diplomático internacional para resolver a crise no país é lento porque os políticos em Washington estão ocupados com outros assuntos, como o Iraque e as eleições presidenciais.
Nos Estados Unidos, o The New York Times afirma em editorial que a tentativa da oposição de destituir presidentes, como ocorre no Haiti, é um padrão na América Latina.
Segundo a publicação americana, muitos líderes da região tiveram seus mandatos ameaçados por revoltas populares. Seria o caso da Bolívia, Argentina, Venezuela e Peru.
O The New York Times diz que tirar um presidente do poder piora ainda mais a situação do país e que a América Latina deveria dar maior continuidade ao processo democrático.
Grã-Bretanha
Os jornais britânicos trazem na primeira página reportagens sobre a retirada das acusações contra a tradutora do governo britânico que havia sido demitida por revelar um e-mail interno.
O The Independent e o The Guardian dizem que o Serviço de Procuradoria britânico decidiu não apresentar provas contra Katharine Gun, que divulgou um e-mail em que espiões americanos teriam pedido ao governo britânico para grampear o telefone de países que votariam na ONU sobre a guerra contra o Iraque.
E o jornal Der Standard, da Áustria, destaca a notícia de que físicos mediram o mais curto período de tempo.
A descoberta teria sido feita quando os pesquisadores criaram um flash de raio-X que durou apenas cem attosegundos. Um attosegundo corresponde a um trilionésimo de segundo.
O filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, continua provocando debates na mídia.
A revista americana New Yorker diz que Mel Gibson se fixou na tortura de Jesus Cristo e esqueceu o significado espiritual das horas finais.
A publicação diz ainda que Gibson corre o risco de transformar a mensagem de amor de Jesus Cristo em uma mensagem de ódio.