O ator brasileiro Rodrigo Santoro vai aparecer beijando a estrela de Hollywood Nicole Kidman na próxima campanha publicitária do perfume Chanel Nº 5, segundo o tablóide britânico The Sun.
Kidman receberia 2 milhões de libras (cerca de RS$ 10 milhões) por sua participação no anúncio, de quatro minutos de duração.
De acordo com o diário, no filme, a ex-mulher de Tom Cruise é cercada por fotógrafos paparazzi.
Ela consegue fugir deles e, ao conseguir um momento de privacidade, é exibida aos beijos com Rodrigo Santoro. O jornal não dá mais detalhes sobre a participação ou o cachê de Santoro no comercial.
Monopólio no Brasil
O diário Financial Times publica nesta segunda-feira uma reportagem em que afirma que o Brasil "enfrenta um dilema nas telecomunicações".
O texto diz que, cinco anos após a privatização da indústria telefônica brasileira, programada para encerrar o monopólio estatal do setor, o país corre agora o risco de ver a consolidação de um monopólio privado.
"A intenção do governo era promover a livre competição e impor cada vez menos regras ao mercado de telefonia", observa o FT.
"Porém os críticos advertem que, caso as agências reguladoras não intervenham com firmeza, o Brasil terá substituído o monopólio estatal pelo monopólio privado."
A reportagem argumenta que as agências reguladoras brasileiras precisam adotar uma "linha dura" para promover a livre competição.
Iraque
O governo americano pretende manter o atual governo semi-autônomo curdo do norte do Iraque como parte da nova configuração do país após a transferência da soberania aos iraquianos.
É o que afirma reportagem de capa do diário The New York Times.
Os Estados Unidos planejam transferir o controle do governo do Iraque em 30 de junho. Uma de suas principais preocupações é evitar uma divisão do país em distintos Estados seguindo as etnias de suas populações (curdos ao norte, sunitas no centro e xiitas no sul).
Autoridades do governo George W. Bush entrevistadas pelo diário afirmam acreditar que a manutenção da autonomia curda ao norte não levará necessariamente a uma divisão do Iraque no futuro.
A visita surpresa de domingo do primeiro-ministro Tony Blair às tropas da Grã-Bretanha no sul do Iraque foi duramente criticada nesta segunda-feira por um editorial do diário The Independent.
Para o jornal, o chefe de governo está tentando "vencer o debate do ano passado em vez de pensar no futuro".
"Ao contrário de George Bush, Blair não concorre à reeleição este ano. Então deveria pensar que não precisa de fotos de propaganda em trajes khaki", diz o editorial.
"Mas ele é um praticante da arte moderna da campanha permanente , com um incansável ministro da Economia (Gordon Brown, que disputa com ele a liderança do Partido Trabalhista) correndo pela lateral."