Os detentos mantidos por militares americanos na base de Guantánamo, em Cuba, devem ter acesso a advogados e ao sistema jurídico dos Estados Unidos, segundo decisão de uma corte federal de recursos.
A corte determinou que a detenção é contrária aos ideais americanos e não aceita que o governo dos Estados Unidos tenha ''uma autoridade não supervisionada'' neste caso.
A decisão se refere ao caso de um cidadão líbio capturado no Afeganistão e atualmente mantido em Guantánamo.
Cerca de 660 prisioneiros estão detidos na base, considerados ''combatentes inimigos''.