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Soldado americano é morto em Bagdá

O exército americano no Iraque diz que mais um de seus soldados foi morto e outro ficou ferido no sábado à noite quando o carro em que viajavam passou por cima de uma mina terrestre em Bagdá.

A informação foi revelada um dia depois que a Cruz Vermelha anunciou que iria se retirar temporariamente de Bagdá e da segunda maior cidade do Iraque, Basra, porque a segurança no país tinha se tornado muito imprevisível.

A violência marcou o fim de semana no Iraque. Dois soldados americanos foram mortos e um ficou ferido quando uma bomba foi detonada na beira de uma estrada na hora em que passava um comboio militar dos Estados Unidos no sábado.

O acidente aconteceu na cidade de Fallujah, a 50 quilômetros ao oeste de Bagdá, local conhecido por abrigar um foco de resistência à presença americana no Iraque.

Baixas

O incidente eleva pra 150 o número de soldados americanos mortos em combate no Iraque, desde que Washington declarou o fim da guerra no dia primeiro de maio.

No sábado, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha anunciou que vai fechar, temporariamente, seus escritórios em Bagdá e em Basra, no sul do Iraque, por causa de temores quanto à segurança de seus funcionários.

"Ainda estamos discutindo o que faremos com os nossos funcionários estrangeiros. A situação é extremamente perigosa e imprevisível", explicou o porta-voz da Cruz Vermelha, Florian Westphal.

A organização foi alvo de um atentado que matou 12 pessoas em Bagdá, no final de outubro.

O comunicado da Cruz Vermelha foi feito no mesmo dia em que o Exército americano confirmou que o helicóptero americano que caiu no Iraque, na sexta-feira, matando todas as seis pessoas que levava a bordo, foi derrubado.