O governo de Israel diz ter realizado um ataque contra “bases de treinamento de militantes palestinos” dentro do território da vizinha Síria.
O ataque, segundo os israelenses, foi mais uma resposta ao atentado suicida que deixou 19 mortos no sábado na cidade de Haifa, no litoral norte de Israel.
No comunicado, não é especificado como foi o ataque, mas o governo diz que el foi realizado “bem dentro do território sírio” e acusa o governo do país vizinho de dar suporte “ao terrorismo”.
O ataque surpreendeu analistas no Oriente Médio porque ocorreu, pelo menos segundo o relato israelense, dentro do território de um país que há muitos anos não estava diretamente envolvido no conflito.
O único país da região que, em anos recentes, sofreu incursões de Israel foi o Líbano, sede do grupo militante Hezbollah.
O governo sírio ainda não se manifestou sobre o incidente.
A ação faz parte de uma série de ataques realizados por tropas israelenses desde o atentado de sábado.
Mais cedo, a casa da palestina apontada com a autora do atentado em Haifa foi demolida.
Ataques com mísseis também foram realizados em diferentes pontos da Faixa de Gaza, onde fica sediado o grupo Jihad Islâmico, que assumiu a autoria da ação de sábado.
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