O jornal britânico The Guardian destaca que a Arábia Saudita, em resposta à atual instabilidade no Oriente Médio, está considerando uma revisão de sua estratégia militar e estudando a possibilidade de adquirir armas nucleares.
Segundo a reportagem do Guardian, até agora os Estados Unidos acreditavam que a Arábia Saudita estaria disposta a "permanecer sob o guarda-chuva nuclear americano".
Mas a reportagem afirma que a relação entre os dois países piorou depois dos atentados de 11 de setembro, já que 15 dos 19 homens que participaram dos atentados em Nova York e Washington eram sauditas.
O jornal ouviu funcionários das Nações Unidas e especialistas em armas nucleares, que afirmam que a revisão da estratégia militar saudita reflete a profunda insegurança que os países do Oriente Médio enfrentam.
Arafat
"O desenrolar dos acontecimentos pode ser preocupante", dizem os analistas ouvidos pelo Guardian.
O jornal israelense Yediot Aharanot destaca uma entrevista do líder palestino Yasser Arafat à agência de notícias Reuters.
Na entrevista, Arafat acusa o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, de tentar matá-lo 17 vezes, em Beirute. "Mas continuo aqui e com minha metralhadora na mão", disse Arafat.
O líder palestino disse ainda preferir morrer como um mártir a ter que ir para o exílio.
A possível passagem do furacão Isabel pelo leste dos Estados Unidos está na primeira página do jornal americano The Washington Post.
O jornal fala da fascinação que as tragédias naturais provocam ao longo da História e cita alguns artistas que exploraram o tema, desde Shakespeare até Dick Francis.
Leões
O diário britânico The Daily Telegraph destaca na capa uma foto de leões e leoas na África, afirmando que a ação humana está levando esses animais à extinção.
O Telegraph apresenta detalhes de um estudo, realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, mostrando que, há 20 anos, o número de leões na África era 230 mil – mas hoje ele é apenas 23 mil.
O jornal argentino Clarín traz uma reportagem sobre a intenção de o governo aumentar os investimentos na pesquisa científica no país.
Segundo a reportagem, a verba deve aumentar pelo menos 13% no ano que vem. O diário afirma que investir na ciência e na tecnologia foi uma das promessas de campanha de Néstor Kirchner.
O investimento, segundo o presidente, "tornará a Argentina um país desenvolvido".