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Líbano quer que ONU impeça 'agressão' israelense

O governo libanês pediu ao Conselho de Segurança da ONU que impeça o que o Líbano qualificou de novos atos de 'agressão' de Israel.

A crise diplomática entre os dois países voltou à cena no domingo, quando um adolescente israelense de 16 anos foi morto no norte de Israel por uma explosão atribuída a integrantes do grupo libanês Hezbollah.

Israel respondeu com um bombardeio no sul do Líbano e prometeu mais retaliação caso incidentes do tipo voltem a ocorrer, mas também afirmou que, no momento, está confiando na diplomacia para acabar com a tensão.

O Hezbollah, por sua vez, afirma que apenas disparou baterias antiaéreas contra aviões israelenses que estavam violavando o território aéreo do Líbano, negando que tenha atacado a cidade de Shlomi.

Ataque

Mas os israelenses dizem que o Hezbollah atacou a cidade deliberadamente.

Autoridades americanas informaram que já estão em contato com os governos do Líbano, Israel e Síria – que, juntamente com o Irã, também é acusada de apoiar o grupo – pedindo moderação em suas ações.

O porta-voz do Departamento de Estado americano, Philip Reeker, disse aos jornalistas que os Estados Unidos pediram às partes envolvidas que "exercitem o máximo de moderação com o objetivo de impedir a escalada do problema."

Israel já fez uma reclamação junto às Nações Unidas, alegando que o ataque foi "uma clara provocação do Hezbollah".

O governo israelense pediu ainda que a ONU pressione o governo sírio para que contenha as ações do grupo Hezbollah.