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Ataques no Iraque matam 5 soldados em 24 horas

Um fuzileiro naval morreu neste domingo no mais recente ataque contra as forças americanas no Iraque, elevando para cinco o número de soldados mortos nas últimas 24 horas.

O ataque de granada deste domingo ocorreu ao sul de Bagdá e tinha como alvo os integrantes da 1ª Força Expedicionária da Marinha, segundo um porta-voz do comando militar dos Estados Unidos.

No sábado, três soldados foram mortos e quatro ficaram feridos quando o hospital do qual eles faziam a guarda – em Baqubah, ao nordetes da capital – foi alvo também de um ataque de granada.

Mais tarde no sábado, um outro soldado foi morto e dois ficaram feridos quando o comboio em que eles viajavam foi alvo de tiros, granadas e possivelmente, uma bomba caseira, no distrito de Abu Ghuarib em Bagdá.

Guarda-costas

As mortes aumentam para 48 o número total de soldados americanos mortos no Iraque desde que o presidente George W. Bush declarou o fim da guerra.

Os soldados mortos em Bqunah eram da 4ª Divisão de Infantaria do Exército, que estava envolvida na operação para prender supostos guarda-costas de Saddam Hussein.

A operação ocorreu perto da cidade natal de Saddam Hussein, Tikrit, na última quinta-feira. Treze pessoas foram presas. Cerca de 10 teriam trabalhado como guarda-costas do ex-presidente iraquiano.

As prisões, que teriam acontecido a partir de uma denúncia, estão sendo descritas pelo comando militar americano como um grande estímulo na caçada a Saddam Hussein.

Polícia

Em outro incidente no sábado, o novo chefe de polícia da capital iraquiana, brigadeiro Ahmed Kadhim, foi ferido em um confronto com suspeitos de atuarem como seqüestradores em Badgá.

Khadim levou um tiro na perna e cinco policiais também foram feridos. Um deles estaria em estado crítico.

Todos os suspeitos foram presos, mas, segundo o correspondente da BBC na cidade, Mike Donkin, o incidente demostra uma preocupação crescente entre os iraquianos com crimes violentos, desde a deposição de Saddam Hussein.