A Arábia Saudita deu uma dura resposta às alegações feitas pelo Congresso americano sobre a atuação do país nos ataques de 11 de Setembro.
O embaixador saudita nos Estados Unidos, príncipe Bandar Bin Sultan, descreveu as acusações como maliciosas e falsas.
O homem que comandou a investigação no Congresso, senador Bob Graham, acusou os sauditas de oferecer algum tipo de assistência aos seqüestradores dos aviões.
O país do Oriente Médio também teria falhado ao cooperar com as agências de inteligência americanas.
Veto
A Casa Branca vetou a publicação da seção do relatório que lida com o envolvimento saudita.
Por causa disso, outros detalhes, talvez mais duros, sobre as acusações, não foram revelados.
Ao se referir a esses itens vetados, o príncipe Bandar afirmou que seu país não tem nada a esconder, mas que não poderia responder a "páginas em branco".
O relatório diz que os ataques poderiam ser prevenidos se houvesse a combinação certa de "habilidade, cooperação, criatividade e sorte".
Foram 900 páginas para concluir que nenhum serviço de inteligência identificaria o local, a data e o horário dos ataques.
Porém, há críticas ao FBI e à CIA, que teriam falhado em dividir informações importantes.