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'Caço auroras boreais para lidar com a morte do meu filho'
Hugo Sanchez passa muitas noites esperando por horas sob temperaturas congelantes em áreas remotas do Canadá para observar auroras boreais.
Ele não apenas faz imagens impressionantes desse fenômeno, como usa isso de forma a se sentir próximo a seu filho.
Emilio nasceu com paralisia cerebral e síndrome de Pierre Robin, uma malformação que resulta, entre outras coisas, na obstrução de vias aéreas superiores.
Quando Emilio morreu, em 2016, Hugo viu seu mundo desabar. Capturar imagens da aurora boreal tem ajudado ele a lidar com o luto.
Veja seu depoimento neste vídeo.
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