05 de setembro, 2006 - 15h46 GMT (12h46 Brasília)
No dia 21 de setembro o mundo celebra o Dia Internacional da Paz, que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), deve ser "um dia de cessar-fogo global e não-violência, um convite a todas as nações e pessoas para honrar a suspensão de hostilidades durante o dia".
Porém, o cenário mundial dá sinais de que um cessar-fogo global é impossível neste momento.
Israel e o Hizbollah respeitam um frágil cessar-fogo no Líbano, após mais de um mês de combates, que mataram mais de 1,2 mil pessoas.
Por outro lado, Israel não parece disposto a retirar suas tropas da Faixa de Gaza, em uma operação que já dura três meses e matou mais de 200 pessoas.
No dia do quinto aniversário dos ataques do 11 de Setembro, o presidente George W. Bush defendeu a permanência do Exército americano no Iraque e pediu união aos americanos na "luta contra o terrorismo".
No mesmo dia, o segundo homem na hierarquia da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, advertiu que Israel e os países árabes do Golfo Pérsico serão os próximos alvos da organização militante islâmica.
No Brasil, os paulistanos passaram a viver com o medo constante de ataques da facção criminosa PCC.
Será que um dia mundial de cessar-fogo é viável ou permanecerá sendo uma utopia? O que pode ser feito para se chegar o mais próximo possível de um mundo em paz? Em comparação com os conflitos e a violência em outras partes do mundo, como está o Brasil?
Mande sua pergunta!
Neste domingo, um especialista convidado pelo Panorama BBC responde às suas dúvidas sobre o assunto.
Para enviar a sua pergunta, basta preencher o formulário ao lado.
O Panorama BBC vai ao ar às 13h (hora de Brasília) nas emissoras da rede CBN.