Gigantes da área de cosméticos como a Estée Lauder, Clarins e L'Oréal – além de cadeias de lojas como Macy's e Bloomingdales – entraram em acordo nesta sexta-feira para distribuir maquiagem de graça ao público no valor de US$ 175 milhões.
A proposta, feita depois de um processo judicial por prática de controle de preços que se arrastou por cinco anos, ainda precisa ser aprovada formalmente por um juiz.
A ação foi movida por um grupo de consumidores do Condado de Marin, na Califórnia, em 1998, e virou uma ação coletiva em nome dos consumidores dos chamados cosméticos "de luxo".
Ironicamente, talvez as pessoas que entraram com o processo – e exigiam pesadas indenizações – não sejam beneficiadas pelo acordo, já que as empresas de cosméticos pretendem distribuir a maquiagem ao público depois de um anúncio, e quem chegar primeiro leva os produtos.
Produto
As empresas rejeitam as acusações e dizem que só aceitaram o acordo para evitar custos ainda maiores na Justiça.
Se o acordo for aprovado na Justiça, primeiro as empresas vão ter que decidir qual será o item a ser distribuído.
O acordo diz que qualquer um pode ser beneficiado pela distribuição de maquiagem.
Para isso, basta assinar uma declaração de que já comprou qualquer produto das empresas.
Os locais e datas de distribuição ainda não foram divulgados, mas já se fala em um possível "estouro da boiada".