25 de outubro, 2005 - 11h03 GMT (08h03 Brasília)
Uma loja de antigüidades que acusava o cantor Michael Jackson de estar devendo lhe US$ 178 mil (cerca de R$ 402 mil) por móveis comprados em 2004, fechou com o cantor um acordo fora da Justiça.
A Karmand Enterprise alegou que o cantor não pagou toda a conta depois de ter feito compras num valor total de US$ 380 mil (cerca de R$ 859 mil).
Jackson teria comprado móveis, entre eles um jogo de café e chá de prata do século 19, na loja da Karmand em Hollywood.
"Houve a devolução de alguns móveis", disse Brent Ayscough, advogado de Jackson.
Barein
O caso teria sua primeira audiência judicial em Los Angeles na segunda-feira, mas o acordo extrajudicial a tornou desnecessária.
Saul Reiss, advogado da Karmand Enterprises, afirmou que "a questão foi resolvida e ambas as partes estão satisfeitas".
Na sua ação, o negociante de antigüidades também afirmava que Jackson havia comprado um grande espelho, um candelabro de 13 braços, duas estátuas de mármore e bronze e uma cesta para pão francesa de prata, tudo em maio de 2004.
O negociante afirmou que Jackson pagou US$ 200 mil (cerca de R$ 452 mil), mas se recusou a pagar o restante da conta.
O cantor, de 47 anos, está vivendo no Barein desde ter sido inocentado das acusações de abuso de crianças, em junho.
Em outubro, o advogado de Jackson afirmou que o popstar agora vive "permanentemente fora dos Estados Unidos".