O cenário das artes plásticas em Londres transpira vitalidade.
Um dos passatempos prediletos do londrino é visitar galerias e museus – são mais de 300, desde os consagrados aos polêmicos.
Os números são expressivos: mais de seis milhões de pessoas (incluídos aí visitantes estrangeiros e britânicos) passam pelos portões do Museu Britânico, anualmente; mais de 3 milhões conferem a coleção de arte moderna na Tate Modern; e a arte renascentista da National Gallery atrai outros três milhões de visitantes por ano.
A importância que o país dá a seus museus é ilustrada por uma iniciativa do governo Tony Blair.
Mestres do passado e talentos do futuro
Uma das medidas mais populares do Ministério da Cultura na atual gestão trabalhista foi tornar gratuita a entrada em todos os museus públicos (durante o governo conservador, algumas instituições, como o museu Victoria & Albert, haviam passado a cobrar ingresso).
Mas não são apenas as coleções permanentes de prestígio internacional que inspiram os visitantes.
As galerias de arte contemporânea e de vanguarda estão em constante ebulição.
De espaços pequenos como a White Cube, a Saatchi Gallery e a Whitechapel, por exemplo, emergem novas gerações de talentos, nomes que alcançam expressão internacional, entre eles Damien Hirst, Ron Mueck, Sarah Lucas, Tracey Emin e os irmãos Dinos e Jake Chapman.
Passeie pelo circuito londrino das artes:
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