Cientistas dizem ter clonado a enzima “fluorinase” que pode ser usada no escaneamento cerebral, em tratamentos de câncer e depressão e até na produção de superfícies não-aderentes, como o Teflon.
A equipe de especialistas das universidades de St Andrews e Cambridge acredita que a descoberta tem um grande potencial comercial.
Os pesquisadores já teriam entrado em contato com a gigante farmacêutica GlaxoSmithKline.
“Nós estamos contentes com essa excitante descoberta, a qual nos permitiu entender um pouco mais como trabalha essa fascinante enzima”, disse o professor O’Hagan, de St Andrews.
A pesquisa foi publicada na revista Nature desta semana.
A equipe recebeu uma bolsa de 400 mil libras (cerca de R$ 2,15 milhões) do governo britânico para dar continuidade à pesquisa nos próximos três anos.