Um estudo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças nos Estados Unidos revelou que a obesidade custou ao país US$ 75 bilhões no ano passado.
De acordo com o estudo, mais da metade dos recursos – US$ 40 bilhões – veio dos cofres públicos.
Os pesquisadores afirmam que os dados mostram a necessidade de medidas urgentes para reduzir o número de pessoas perigosamente obesas.
Recentemente os Estados Unidos colocaram obstáculos a esforços internacionais liderados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para combater a obesidade.
Mais de 30% dos americanos pesam mais do que o recomendado e outros 30% são obesos.
Com isso, eles têm maior probabilidade de sofrer de problemas cardíacos, diabetes e várias outras doenças crônicas.
Há risco ainda de sobrecarga no sistema de saúde pública dos Estados Unidos.
Esse não é um problema específico dos Estados Unidos, mas que aumenta rapidamente pelo mundo.
Mas um plano global para reduzir a obesidade apresentado no começo desta semana pela OMS foi protelado por objeções apresentadas por delegados americanos.
O plano da OMS pedia aos governos que forçassem a indústria alimentícia a reduzir a quantidade de açúcar e gordura adicionada a seus produtos.